Como ser homem confiante

Descubra como ser um homem confiante seguindo 7 passos simples. Para isso, o bacharel em psicologia e especialista em relacionamentos Adriano Moura, revela hábitos e o mindset de homens que fazem sucesso com as mulheres.. Uma vez que para elas a autoconfiança está entre as 5 virtudes masculinas mais atraentes, ser seguro de si aumenta consideravelmente as suas chances no campo da conquista. Com isto em mente, veja algumas dicas de como elaborar melhor esta situação e encontrar caminhos para ser um homem mais confiante. Leia depois: Como o corte de cabelo masculino aumenta sua produtividade? 1- Saiba o que você quer. O primeiro passo para se tornar um homem mais confiante, é entender o que de fato você quer. Não há nada mais cativante do que uma pessoa que transborda autoconfiança. Ou seja, alguém que possui um alto grau de segurança em si mesmo. Todo mundo tem a capacidade de se tornar mais confiante, desde que se esforce para isso.No texto de hoje, vamos falar sobre 7 dicas que vão ajudá-lo a conquistar essa virtude.. 1# ENTREGUE-SE AOS DESAFIOS Como ser um homem mais confiante? Essa é uma pergunta bastante comum. A autoconfiança é sexy para a mulher, funciona como uma imã de mulheres, ou seja, um homem confiante fica com mais mulheres. Quando a gente olha para o lado e vê nossos amigos ficando com as garotas, e nós não, às vezes fazemos comparações e nos sentimos diminuídos. Quando você demonstra ser uma pessoa confiante,as pessoas ao seu redor podem te tratar como um homem confiante. Talvez,pareça um exercício estranho para conseguir ser mais confiante,mas além de “enganar” as pessoas,você também se “enganará”. Descubra como ser um homem confiante e se torne um homem Alfa verdadeiro! Ser confiante vai lhe ajudar em todos as esferas da sua vida, seja no lado profissioal, afetivo, ou na própria sedução. Um homem que é confiante por natureza tem inumeras vantagens em relação a um homem que não confia em seu taco. Dica Extra: Como Ser um Homem Confiante na Prática! Estas dicas foram inspiradas em um conteúdo criado pelo coach de relacionamentos Andre Victor, o criador do canal Sétimo Amor . O Andre Victor criou um método simples e eficaz para transformar qualquer homem em qualquer situação em um homem confiante que vai saber abordar qualquer mulher ... Como Ser Confiante. A confiança é um aspecto bastante complicado. É muito fácil depender dos outros para nos sentirmos bem quando tal bem-estar deve partir de nós mesmos. O bom é que você comanda esse trem da confiança e está prestes a... #4 – Um homem confiante é um homem CALMO. Acho importante lembrar que um dos pilares importantes para ser confiante é sempre buscar manter a calma . Um dos sinais mais óbvios para a falta de confiança de uma pessoa está em seu nervosismo . Um cara confiante geralmente é calmo e tem gestos fáceis e naturais . Portanto, comece a se analizar Porque confiança é um sentimento, não é algo que você vai aprender técnicas de como ser um homem confiante. Confiança é como você se sente, e para se sentir assim, você precisa ter o seu alto valor. 3 – Cuide Da Sua Saúde e Aparência. Claro que isso jamais ia deixar de ser um dos 3 passos para você se tornar um homem mais confiante.

Como Domar Cavalos – O guia completo para iniciantes

2020.09.25 21:58 Vedovati_Pisos Como Domar Cavalos – O guia completo para iniciantes

Domar cavalos não é uma tarefa fácil e é recomendado que não se faça sozinho. O peso do animal e sua animosidade natural fazem com que a sua violência possa ser fatal para o homem.
Um coice de cavalo no local errado pode matar uma criança e até um homem de 100 quilos. Logo, todo cuidado é pouco.
Se você tem uma pequena ou grande fazenda, começa a fazer a incursão de cavalos em seus campos e tem dúvidas sobre como domá-los, saiba, há dois tipos de doma, a tradicional e racional.
O primeiro tipo de doma exige a velha agressividade, força e, muitas vezes, o uso da violência para poder domar o animal.
O segundo é uma forma mais racional de dominar o cavalo, usando racionalidade no lugar da violência. Em suma, tornar-se confiante para o cavalo é fundamental.
Segundo especialistas do ramo, a doma racional é mais eficaz do que a doma tradicional. Mas para isso é preciso que o dono use métodos para conquistar a confiança do cavalo e assim fazer com que ele siga suas ordens.
As técnicas para tanto são: criar exercícios que deixem claro na cabeça do cavalo a repetição de movimentos, de práticas que o façam ganhar tempo e o cansem ao ponto dele passar a obedecer os comandos.
É preciso aprender a entender o animal e trabalhar os comandos de acordo com essa percepção.
Os cavalos são animais que exercem certo fascínio em muitas pessoas, isso porque, além de muito bonitos, também proporcionam momentos incríveis de diversão e descontração. Porém, antes de sair cavalgando com o seu amigo, como nos filmes de Hollywood, é importante saber como domar os cavalos.
Antes que você pense que a doma é uma forma de domínio do animal saiba que se trata muito mais de ganhar a confiança dele do que de exercer algum poder sobre ele.
A técnica Horsemanship
Muitos estudos realizados com cavalos selvagens provaram que os animais aprendem muito mais facilmente seguindo sugestões de palavras chave do que sob coação ou maus tratos.
Essa técnica é conhecida como Horsemanship e forma cavalos mais dóceis e assim mais seguros para as pessoas.
A partir do momento que se desenvolve essa ideia de palavras chave no treinamento, o cavalo passa a gostar de trabalhar com conjunto com o cavaleiro.
Dessa forma, passa a realizar cada vez mais rápido e mais eficientemente o que lhe é pedido.
Esses bons resultados são vistos principalmente em cavalos de competição.
Quando eles se sentem parte do processo de vitória passam a obedecer os comandos de maneira mais inteligente. A forma como essa doma é realizada está baseada no entendimento dos instintos dos animais.
Os instintos de movimentos podem ser conduzidos através de indicações de palavras chave.
Esse tipo de doma é realizado através do reforço de ideias, ou seja, de repetir sempre ações acompanhadas de palavras.
Poderíamos definir como um treinamento como o dos cães que a partir de palavras obedecem a comandos. Apesar de ser um método relativamente mais lento de doma compensa muito, pois se pode ter a certeza de a longo prazo ter conquisto a confiança e amabilidade do animal.
Lembre-se sempre que se você transmite confiança terá um animal confiante, mas se transmitir agressividade terá um animal agressivo.
Primeiros passos para domar um cavalo
Ganhe a confiança do cavalo
Desenvolver uma relação estreita com o cavalo é essencial para ganhar sua confiança, o que favorecerá a doma mais tarde.
Passe algum tempo com o cavalo todos os dias. No início, apenas fique perto dele e escove seu pelo.
A escovação do pelo conecta o cavalo ao dono, fortalecendo o vínculo entre os dois. Deixe-o por perto enquanto você trabalha no pasto — assim, ele aprenderá a confiar em você.
Converse com ele e conforte-o sempre que ele se assustar com alguma coisa.
• Cavalos são presas na natureza, o que explica a facilidade com que se assustam. Se seu cavalo não conviver com pessoas desde o nascimento, tenderá a ter medo delas.
• Ainda que o cavalo ou potro seja jovem demais para ser treinado, você pode conviver com ele para ganhar sua confiança e acostumá-lo à presença de outras pessoas.
• Antes de começar o treinamento, passe um bom tempo junto do animal para ganhar sua confiança.
A segurança vem em primeiro lugar
Cavalos são animais poderosos, podem ferir pessoas gravemente. Sempre que estiver treinando seu animal, lembre-se de tomar algumas precauções para garantir sua segurança. Procure ficar dentro do campo de vista dele na maior parte do tempo. Quando for necessário ir aonde ele não possa vê-lo, vá correndo a mão ao longo do corpo dele, a fim de que ele não perca a referência da sua posição.
• A posição mais segura para se estar é ao lado esquerdo, alinhado à orelha e perto da cabeça do cavalo. Nesse lugar, ele o enxergará facilmente.
• Converse com o animal sempre que estiver fora do campo de vista dele. Isso o ajuda a saber onde você está.
• Não passe por trás do cavalo e nem fique parado à frente da cabeça dele.
• Não se ajoelhe e nem fique sentado perto do cavalo. Quando for necessário mexer nos cascos dele, curve-se para a frente em vez de se agachar
Dê um passo de cada vez
Domar um cavalo é um processo demorado — cada etapa tem de ser totalmente concluída antes que se possa começar a próxima.
Cada novo comando que o cavalo aprende deve ter alguma relação com o anterior.
Lembre-se de que o objetivo do treinamento é fazer com que o animal fixe novos hábitos.
De outro modo, o treinamento não será bem-sucedido.
• Nunca desista. O cavalo aceitará certas etapas do treinamento melhor que outras. Quando se começa a treinar um cavalo, você está assumindo um compromisso enorme.
• Encerre cada lição com um sucesso. Termine cada sessão logo após um progresso, por menor que seja — como conseguir pôr o cabresto perto da cabeça do cavalo.
Nunca fique irritado com o cavalo
Jamais grite, agrida, atire objetos ou seja agressivo com o animal. Isso poderia assustá-lo e desfazer a confiança que você conquistou tão arduamente. Converse com o cavalo num tom de voz calmo e baixo.
• Se o cavalo desobedecer às suas ordens, corrija-o com calma, sem demonstrar agressividade. Faça um som de “shhh” para sinalizar ao animal que ele fez algo de errado.
Recompense cada sucesso
Reforços positivos, como petiscos e carinho, fazem com que o cavalo o obedeça mais facilmente.
Reforços negativos, como um empurrão com os dedos ou um tapinha, também podem ser empregados, desde que isso não cause medo no animal.
Se você estiver montado, pode puxar as rédeas ou pressionar o animal com as pernas levemente.
• Jamais use reforços negativos que amedrontem ou causem dor. Além do mais, tais reforços devem ser constantes e firmes, nunca abruptos. Mantenha o gesto negativo até que o cavalo se corrija e pare imediatamente após ele realizar o comando corretamente.
Treinando o cavalo para aceitar o cabresto
Habitue o animal às suas mãos
O primeiro passo para pôr o cabresto no cavalo é acostumá-lo a ter as mãos do dono em sua cabeça, orelhas e pescoço.
Faça isso lentamente. Nunca saia do campo de vista do animal e não o assuste.
Eleve as mãos até ele lentamente — o cavalo se sentirá ameaçado se suas mãos se aproximarem muito rápido.
Repita esse procedimento até que você possa tocar o animal sem problemas.
Faça elogios sempre que o cavalo obtiver alguma melhora. Até as melhoras que parecem insignificantes, como conseguir aproximar a mão mais alguns centímetros do rosto do cavalo ou tocá-lo por alguns segundos, precisam ser elogiadas.
Recompense cada sucesso do cavalo com petiscos.
Acostume o cavalo ao cabresto
No início, deixe-o ver e farejar o cabresto nas suas mãos. Faça isso por alguns dias, com a intenção de que o cavalo reconheça que o objeto não é perigoso.
O próximo estágio é colocar o cabresto sobre a cabeça e o focinho do animal, sem afivelá-lo. Quando, por fim, o cavalo parecer confortável assim, você poderá afivelar o cabresto.
• Talvez isso exija várias tentativas. Seja calmo e paciente, tentando progredir um pouco a cada dia.
• Quando for possível prender o cabresto, deixe-o na cabeça do cavalo por alguns dias.
Apresente as rédeas ao cavalo
Comece a habituá-lo a elas juntamente com o cabresto, também colocando-as no rosto do animal.
Com muita delicadeza, tente lograr o cavalo a abrir a boca para receber o freio.

Ponha o freio
Além das rédeas, o bicho também tem de se familiarizar com o freio.
Lentamente, coloque-o na boca do animal. No início, deixe-o lá por apenas alguns minutos, e vá aumentando esse período gradativamente.
• Colocar melado no freio é um modo de estimular o cavalo a aceitá-lo e de tornar a experiência mais agradável para ele.
Ponha a coroa do freio
Uma vez que o freio possa ser colocado sem resistência por parte do cavalo, coloque a coroa do freio. Não afivele as tiras por enquanto.
Acostume o cavalo ao novo objeto até que você possa afivelar as tiras. Lembre-se de que isso só deve acontecer depois que o animal deixar de estranhar a sensação da coroa em sua cabeça e orelhas.
Ensinando o cavalo a charretear
O que é o charreteado
O charreteado é o processo em que o treinador conduz o cavalo por uma arena com a intenção de consolidar o domínio sobre ele. Também conhecido como doma de baixo, o charreteado permite ao treinador conduzir o cavalo por uma arena durante o treinamento.
Treine o cavalo do chão
Antes de montar no animal, ganhe a confiança dele no chão.
Prenda uma corda ao cabresto. Puxar a corda muito abruptamente também pode causar desconforto.
Lembre-se de que o cavalo passará a temer o charreteado se sentir desconforto ou dor.
• Mova o corpo junto com o cavalo para que a tensão da corda seja sempre homogênea. Eventualmente, o animal se acostumará a ir para onde é guiado em vez de puxar a corda.
Charreteie o cavalo
Ao charretear o cavalo, faça com que ele siga uma trajetória circular com o maior raio possível, uma vez que um círculo pequeno poderia provocar lesões nas pernas, ligamentos e tendões do cavalo.
O diâmetro do círculo deve ser de, pelo menos, 18m. Procure fazê-lo pelo menos uma vez ao dia, sempre usando a linguagem corporal para direcioná-lo e controlar sua velocidade.
Com o passar do tempo, faça com que o cavalo galope numa velocidade cada vez maior, até que ele possa trotar apenas se guiando por seus comandos.
• Se possível, pratique o exercício acompanhado de alguém experiente com cavalos. Peça a ele para ficar atrás ou perto de você. Sempre que o cavalo fechar o círculo, a pessoa deverá caminhar na direção dele até que ele retome a trajetória normal.
• Nunca toque o animal durante o charreteado: todos os comandos devem ser dados através da corda e da linguagem corporal.
• O charreteado é um exercício de confiança: a cada vez que o cavalo fizer o que se espera dele, interrompa o contato visual e diminua a pressão exercida nele.
• Não faça o cavalo andar na mesma direção por mais do que 10 minutos consecutivos. Uma vez que essa atividade exige muito do corpo do animal, ele terá de praticar muito antes que possa andar por períodos mais longos.
• O charreteado não deve demorar mais do que 15 ou 20 minutos.
Treine o cavalo para obedecer comandos
Ensine-o a andar ao seu lado apropriadamente enquanto você o conduz com uma corda.
À medida que ele anda em círculos à sua volta, transmita a ele alguns comandos de voz.
Ensine as palavras “pare”, “fique”, “ande” e “volte”.
Priorize os comandos de parar e andar antes de passar para os seguintes. Ao fim desta etapa, você poderá ensinar comandos mais rápidos, como o “trote”.
• Evite usar comandos muito parecidos, como é o caso de “trote” e “volte”. O cavalo pode ficar confuso, uma vez que o som de tais palavras é tão similar.
• Se quiser, substitua “volte” por “recuar”.
• O “ôa!”, som utilizado para que o cavalo pare ou desacelere, deve ser empregado apenas quando você estiver montado.
Ensine o animal a respeitar seu espaço
Durante o treino, o cavalo colocará a superioridade do treinador à prova.
Para disputar a liderança com você, o cavalo poderá empurrá-lo com o ombro.
Em tais situações, você deve mostrar que é o líder: se o cavalo se aproximar de você, pressione as costelas dele, a cerca de 30cm do ombro.
Os líderes de manadas selvagens investem contra essa região para repreender os outros cavalos. O animal deverá se deslocar para o lado e dar a você algum espaço.
Ensine ao cavalo como responder à pressão
Ela é transmitida ao cavalo através do cabresto, então prenda uma corda a essa peça e pare à direita dele, perto de sua orelha e olhando na mesma direção que ele.
Segure a corda a alguns centímetros do grampo. Puxe-a para a direita, para longe de você; o cavalo eventualmente cederá à pressão e virará a cabeça para a direita.
Assim que ele o fizer, libere a pressão da corda e ofereça alguma recompensa.
• Repita o processo do lado esquerdo. Puxe a corda para longe do corpo do animal e ele deverá virar a cabeça para a esquerda.
• Depois de ensinar o truque em ambos lados, o cavalo aprenderá a olhar na sua direção.
• Repita o processo à frente e atrás do cavalo.
• O cavalo aprenderá a deslocar a cabeça na direção de onde a corda é puxada para diminuir a pressão no cabresto.
Treinando o cavalo para aceitar a sela
Apresente a sela
O cavalo deverá se familiarizar com o peso e o som da sela em seu lombo. Assim como fizera com o cabresto e com o freio, dê ao cavalo um certo tempo para se acostumar com o som, o cheiro e a aparência da sela.
Uma vez que ele esteja acostumado ao objeto, segure a sela acima do lombo do animal, sem deixar que ela toque nele.
Ponha o baixeiro ou a manta no lombo do cavalo
Quando ele deixar de estranhar a sela, coloque o baixeiro no lombo do cavalo e deixe-o lá por alguns minutos. Caso a reação do cavalo seja positiva, tire o baixeiro de lá.
Repita o processo várias vezes e de ambos os lados para que o cavalo se acostume a ser selado de ambas maneiras.
• Se o cavalo ficar apavorado a ponto de a situação fugir do controle, remova o baixeiro rapidamente e tente de novo quando ele estiver mais calmo.
• Se você quer um tipo de sela mais bonito, recomenda-se o uso do baixeiro, que costuma ter um acabamento melhor do que a manta. No entanto, ele é menos confortável, e portanto deve ser apresentado ao animal junto com a sela. Se a sela se ajusta perfeitamente ao lombo do cavalo, o uso da manta ou do baixeiro é dispensável.
Ponha a sela no cavalo
Apresente a sela pacientemente, sempre acariciando e falando com o cavalo para acalmá-lo.
Deixe a peça por apenas alguns minutos, depois a remova. Repita o processo em ambos lados do cavalo.
• Nesta etapa, remova todas as tralhas e ferragens da sela.
Afivele o látego no cavalo lentamente
Aperte o látego um pouco mais a cada dia, especialmente se o cavalo parece inquieto. Caso o animal ainda esteja muito apavorado, solte o látego e volte a deixar a sela desamarrada no lombo do cavalo.
• Quando o cavalo permitir que o látego seja completamente afivelado, incline-se contra o corpo do cavalo, apoiando-se nele.
Habitue o cavalo aos estribos
Faça o charreteado com a sela e os estribos. Isso ajudará o cavalo a se acostumar com a sensação de carregar tais objetos. Além disso, comece a colocar os outros acessórios na sela.
• Realize cada etapa do processo lentamente. Sempre espere o cavalo perder o medo de um elemento da sela antes de introduzir outro, e nunca adicione mais de um elemento de uma vez.
Charreteie com a sela
Exercite o animal selado quando ele for capaz de permanecer assim por longos períodos.
Treinando o cavalo para ser montado
Prepare o cavalo para a montaria
Até aqui, você interagiu com o cavalo do chão, no nível dos olhos dele. Leve o cavalo para perto de algo em que você possa subir, como uma cerca de madeira.
Escale o objeto até ficar numa altura acima da cabeça do cavalo.
Ponha peso no lombo do animal
Peça ajuda de um cavaleiro experiente para ensinar o cavalo a se acostumar ao peso de uma pessoa.
Num primeiro momento, o cavaleiro deve apenas se debruçar sobre a sela (em vez de se sentar nela).
Peça que ele faça isso com gentileza para que o cavalo não se assuste.
• Quando o cavalo aceitar o peso, acaricie-o e recompense-o.
Peça que o cavaleiro monte no cavalo
Em primeiro lugar, o cavaleiro deve pôr seu pé esquerdo no estribo. O próximo passo é passar o outro pé por cima do animal, sem chutá-lo, e sem impor uma pressão desigual em seu lombo, para depois encaixar o pé direito no outro estribo.

• O cavaleiro deve ficar curvado todo o tempo, uma vez que o cavalo se espantaria caso o enxergasse. Além do que, a pessoa deve se apoiar na sela e não nas rédeas, uma vez que isso também poderia assustar o animal.
Cavalgue lentamente
Com o cavaleiro montado, conduza o cavalo devagar. Aos poucos, afaste-se do animal.
Peça que o cavaleiro apanhe as rédeas e puxe-as devagar e com cuidado, a fim de que o cavalo não se assuste. Para que o cavalo comece a andar, ele deverá dar um comando verbal e apertá-lo levemente com as pernas.
Tente montar
Agora que um cavaleiro experiente sondou o terreno, é a sua vez de montar.
Montar um cavalo pela primeira vez pode ser perigoso e só deve ser feito com a supervisão de um domador ou cavaleiro profissional. Suba com cuidado, evitando chutar o lombo do cavalo ou puxar as rédeas. Ande com o animal por alguns passos, pare e desça.
• Aumente gradativamente o período em que você permanece montado ao longo das próximas semanas ou meses. Só tente cavalgar rapidamente depois que o cavalo parecer confortável andando em velocidade normal.
• Pode ser necessário um ano de treinamento (ou mais) até que você possa trotar e andar a galope com o animal em questão. Não tente acelerar o processo, já que isso poderia levar o cavalo a desenvolver medos ou vícios.
Dicas úteis
• Use comandos de uma palavra e use a mesma palavra sempre para que o cavalo não fique confuso.
• Tranquilize o cavalo se ele abaixar as orelhas ou se demonstrar outros sinais de medo.Alguns cavalos toleram sessões de treinamento mais longas que outros. Aprenda a detectar os sinais que seu cavalo emite quando está cansado.
• Faça exercícios de aquecimento antes da sessão de treinamento e, ao final dela, faça exercícios de relaxamento.
• Antes de apresentar um novo comando, pratique e reveja aqueles que o cavalo já domina e use-os como base para o comando a ser ensinado.
• Antes de montar no animal pela primeira vez, salte para o alto algumas vezes ao lado dele. Depois de saltar, dê uns tapinhas leves na sela. Desse modo, ele não se assustará quando você subir nele.
• O cavalo precisa saber quem é que manda: se ele se recusar a executar algum comando, não interrompa a sessão. Isso daria ao animal a impressão de que ele pode abandonar o treinamento quando quiser.
• É improvável que você venha a domar o cavalo se não possui experiência. É melhor pagar um domador do que se arriscar a levar um coice ou ser pisoteado.
Avisos
• Cavalos leem os sinais que transmitimos através de nossas emoções e linguagem corporal. Se você ficar tenso e ansioso, o cavalo também ficará.
• Fique alerta e preste atenção à linguagem corporal. Quando notar que o cavalo está de orelhas abaixadas ou batendo as patas dianteiras no chão, acalme-o. Se a sessão tiver durado muito tempo ou se o animal parecer irritado, em pânico ou confuso, faça uma pausa. Lembre-se de que a doma do cavalo requer paciência, não força bruta.
• Nenhum cavalo pode ser montado antes dos dois anos de idade. Montá-lo antes disso pode deixá-lo lesionado para o resto da vida.
• Seja cuidadoso quando o cavalo estiver de orelhas abaixadas. É normal que o cavalo vire as orelhas para trás — isso apenas indica que ele está prestando atenção ao que se passa atrás de si. As orelhas abaixadas, por outro lado, denotam medo e agressividade — que pode se voltar contra você ou contra outros cavalos.

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2020.09.24 05:05 DrackNael Capítulo 6 Traição no palácio

Traição no palácio

Quando Ulter Pendragon foi morto na batalha das planicies cinzentas, Camelot se viu em uma situação dificil, pois seu Rei havia morrido e o herdeiro recém havia nascido e não poderia governar até a maior idade, aos 16 anos, então só restou a Nero irmão mais novo de Ulter e também Lord de Praven, ficar como regente do reino até Artur assumir o trono, então com o reino sobre seu comando Nero decidiu dividir Camelot em duas, transformando Praven na capital de Camelot do leste, um ato que fora justificado para que pudesse governar melhor o reino da sua capital, e a cidade de Camelot pudesse governar melhor as terras do oeste, que ficaram então responsáveis por Merlin o tutor de Artur.
Mas agora que Artur havia feito 16 anos, Nero havia o convidado para se dirigir a Praven onde ia dar um banquete em comemoração ao futuro rei antes da sua coroação em Camelot no mês que vem, então Artur preparou uma comitiva real e se dirigiu a praven no litoral leste das terras de Camelot, uma viagem de 7 dias. A viagem ocorrerá bem todo o caminho e a comitiva chegou em segurança em Praven. Onde Nero os estava aguardando, com os preparativos do banquete sendo feitos.
Depois de todos instalados em seus aposentos, Artur é convidado por Nero a ir ao seu encontro em seu escritório.
-Então como está o futuro rei do mundo? -, Diz Nero abrindo os braços para dar um abraço no rapaz enquanto sai detrás da sua mesa.
-Estou bem tio, mas acho que rei do mundo é um pouco de exagero, não? -, diz o jovem terminando de abraçar seu tio, e se dirigindo para sentar em uma das cadeiras na frente da mesa.
-Exagero? Claro que não você sera o homem mais poderoso do mundo, todos irão temer você, quem sabe pode até mesmo guiar uma campanha contra os bárbaros do norte e usá-los de exemplo! -, diz o homem enquanto se dirigi para se servir uma bebida em uma mesinha junto da parede.
-Não quero governar pelo medo tio, já havíamos conversado sobre isso antes, quando pediu minhas tropas para guerras no norte, quero meu povo feliz e vivo! -, diz o príncipe.
-O mundo não é um grande arco-iris Artur um dia você vera isso, só espero que não seja tarde demais dai! -, diz o homem enquanto se ajeita na cadeira.
-Eu sei, o senhor já me disse isso antes, não sou ingênuo, e não estou sozinho, tenho grandes pessoas do meu lado! -, diz o jovem, não gostando do assunto da conversa.
-Assim espero meu sobrinho! -, diz o homem enquanto da um grande gole em sua bebida.
-Bom irei pros meus aposentos descansar, sabe quando os preparativos do banquete estarão prontos? -, pergunta o rapaz enquanto se levanta para se retirar.
-Não sei ao certo, um dia a mais outro a menos, quando estiver lhe aviso não se preocupe! -, diz o homem enquanto se levanta para se servir novamente.
Já em seus aposentos, Artur recebe a visita de Merlin.
-E então, tudo bem jovem príncipe? -, pergunta o mago.
-Sim! -, diz o jovem meio pensativo.
-O que o preocupa? -, pergunta o homem que havia reparado no olhar pensativo do rapaz.
-Porquê meu tio fez a gente viajar até aqui para um simples banquete? Sendo que eu ainda nem fui coroado, e era mais fácil ele ir até Camelot e ficar por lá, do que eu ter que vim até aqui, ter que voltar e depois ele ter que ir para lá para a minha coroação! -, diz o jovem meio inquieto.
-Hum, fazia tempo que vocês não se viam, quem sabe ele queria se aproximar de você antes de se tornar rei -, diz o mago começando a ficar pensativo também, pois conhecia Nero melhor que Artur, era um homem suspeito sempre foi, na batalha que resultou na morte de Ulter, Nero e seus homens eram para ser os reforços do rei na batalha, mas nunca chegaram la o que resultou da ida pessoalmente do rei no campo de batalha, que resultou a sua morte, Nero disse que a carta com os pedidos de reforços nunca chegou nele, mas ela havia sido enviada pelo próprio merlin e selada com a mais poderosa das magias e o mensageiro era o melhor cavaleiro do reino que nunca fui encontrado depois disso. Mas não era um assunto pra preocupar o futuro rei, afinal ele não tinha provas, e nem sabia exatamente do que acusar Nero.
-É talvez possa ser isso, da última vez que nos vimos foi quando eu tinha 9 anos e vocês foram pedir minha autorização para invadir as terras do norte, algo que eu recusei na ocasião por conselho seu Merlin, e algo que meu tio voltou a me pedir hoje a tarde! -, diz o jovem enquanto se deitava na cama para pensar e descansar um pouco.
-Eu sei alteza e fico grato por ter me ouvido na ocasião, Camelot não tem nada a ganhar invadindo o norte, nossas fronteiras são bem defendidas por Borus, Tristão e Percival, não ha motivos para uma invasão! -, diz o mago.
-É eu sei, mas por algum motivo meu tio insiste em querer varrer aquela gente do mundo, vai saber o motivo! -, diz o jovem se virando para o lado.
-Deixarei o senhor descansar agora alteza, com licença! -, diz o mago saindo do quarto.
Do lado de fora da porta do quarto do príncipe está parado em guarda um homem alto, forte, de cabelos longos, que se perdem boa parte em baixo do seu elmo prateado, segurando uma lança em uma das mãos.
-Se alguém vier ver o príncipe me avise por favor Lancelot, tenho que dar uma volta -, diz o mago para o homem.
-Sim senhor, posso saber aonde vai? -, pergunta o homem mantendo a postura.
-Irei ver se acho algum segredo nessa linda cidade -, diz ele se afastando.
Mas as palavras de Artur haviam colocado um pouco de dúvida na cabeça do mago, afinal estava certo não havia motivo pra eles terem viajado até ali para um simples banquete, sendo que no mês que vem Artur seria coroado e haveria um grande festival na capital. Então o mago foi para o seu quarto, onde começou a conjurar magias, primeiro começou colocando barreiras de proteção em seus mais valiosos aliados, o príncipe, ele mesmo e os 3 cavaleiros reais que os acompanhavam, Merlin era um mago poderoso podia conjurar poderosas magias a distância, as de proteção apenas bastava estar a uma distância razoável e se concentrar em quem gostaria de lança-las, ainda bem que todos os quartos dos membros do grupo eram um do lado do outro, então começou a concentrar sua energia através do castelo, procurando focos mágicos, quando percebeu que havia uma poderosa barreira em volta do palácio, mas era normal ja que abrigava um rei e um regente, más ainda assim era uma mágia bem poderosa, e ele não sabia de magos tão fortes assim na corte de Nero, foi quando ele viu um foco de energia poderoso no subsolo do palácio, protegido por uma barreira de ocultação, provavelmente seriam cristais de energia, somente eles poderiam ter um foco tão grande assim de energia sem estar ativo, cristais de energia eram poderosos, ele eram carregados com a energia de uma ou várias pessoas até um limite, e poderiam ser usados para criar enormes explosões quando estressados, que poderia ser facilmente ativado por alguém que estivesse focado neles. Era algo suspeito sem dúvidas, mas Merlin não podia fazer nada a não ser esperar para ver.
Dois dias depois Artur e seu pessoal recebem a notícia de que os preparativos do banquete estavam prontos e que o banquete seria realizado essa noite.
-Já estava na hora -, diz Artur se dirigindo a Merlin que estava com ele em seu quarto.
-Me pergunto porquê os preparativos de um banquete demorarem tanto, sendo que chegamos a 2 dias e nenhum outro convidado chegou depois, achei que Nero estivesses esperando mais pessoas! -, diz Merlin pensativo.
-Vai saber, meu tio é assim! -, diz o jovem não dando muita bola para as dúvidas de Merlin.
Naquela noite o jovem e seus quatro acompanhantes se dirigiram para o salão principal onde seria o banquete, duas mesas grandes e compridas foram colocadas uma em cada lado da sala, com um grande espaço no meio das duas, aparentemente parecia que haveria algum tipo de apresentação. Artur e seus amigos se sentaram em uma das mesas, havia pouco mais de vinte pessoas fora eles e o próprio Nero que se sentava em uma mesa sozinho que ficava na ponta das duas grandes e virada para frente. O banquete tem início, alguns homens tocam um pouco de música no canto do salão enquanto todos bebem, comem e se divertem, depois de um tempo Nero anuncia que haverá uma apresentação em homenagem ao seu sobrinho que agora era um homem e futuro rei de Camelot, então pouco tempo depois um grupo de 6 homens entra dançando no salão o que aparenta ser uma dança, mas com demonstração de batalha, pois todos usavam uma adaga e simulavam combate entre si, mais atrás vinha outro homem, usando uma túnica que cobria todo seu corpo e usava uma mascará negra, em uma das mãos vinha se apoiando em um cajado como se fosse manco, enquanto dizia algumas palavras em tom poético, a música fica mais animada e densa. Más então Merlin tem um pressentimento, e quase na mesma hora todos os membros do seu grupo também, pois afinal eram todos guerreiros experientes sabiam quando algo estava errada e seu sexto sentido era aguçado, todos os 4 homens resolveram se concentrar mais no que estava acontecendo a sua volta, Dagoneth já levou a mão no cabo da sua espada que estava na sua cintura, Simão foi largando o copo de bebida na mesa e colocando a mão em cima de uma das facas da mesa, Lancelot já foi se preparando para proteger Artur se algo acontecesse, Merlin já segurou firme seu cajado que estava sempre com ele, menos Artur que continuou da mesma forma prestando atenção no show aparentando não perceber nada de errado. Quando os homens que estavam fazendo o show de repente partem pra cima da mesa do príncipe, com um movimento do seu cajado Merlin lança todos pra longe com uma espécie de soprão de ar, de repente todos os outros convidados do banquete se transformam usando as mesmas roupas que os homens do show usavam, aparentemente eram todos do mesmo grupo, então o homem de túnica que estava citando seus versus conjura uma magia fazendo com que vinhas brotem do chão e agarrem Merlin, imobilizando o mago e retirando dele seu cajado e o lançando para longe, nisso Lancelot se levanta virando a grande mesa onde estavam, já conjurando sua lança em suas mãos.
-O que é isso tio? Ficou loco? -, diz Artur a Nero que estava rindo loucamente sentado na sua cadeira.
-Matem, matem eles, matem todos -, berra Nero em um estado de loucura.
Todos partem para cima do grupo, eram muitos para se enfrentar, com um movimento Lancelot salta por cima da mesa entrando em combate com vários homens, era um excelente guerreiro não se deixaria intimidar por simples assassinos, Dagoneth saca sua espada, também pulando a mesa para entrar em combate, Simão parte em direção ao mago que estava prendendo Merlin, no caminho nocauteia um dos assassinos com um gancho de direita, outro vem em sua direção e ele lança a faca que tinha pegado da mesa bem em sua garganta, e com um movimento das mãos ele faz a adaga do homem caído voar para sua mão, o mago tenta se proteger criando uma barreira de fogo bem na sua frente para ele não passar, mas o cavaleiro não teme e salta por dentro dela, apunhalando o mago bem no peito, mas detrás do mago surge um outro homem que empala os dois com um espinho gigante de gelo, quando o mago que Simão havia apunhalado começa a se rachar e quebra em pequenos fragmentos de gelo, era uma cópia de gelo do mago real, mas toda aquela confusão foi o suficiente para Merlin se soltar e agarrar seu bastão.
-Juntem-se rápido -, grita ele para os membros do grupo.
Então com um sorriso o mago que havia matado simão ativa todas as cargas de cristais de energia que estavam colocados em baixo da mesa onde o grupo estava, e uma grande explosão acontece varrendo metade da sala onde eles estavam, criando uma enorme destruição, metade da parede havia caído, fumaça e poeira para todo o lado.
-Você esta louco Mesmero? Quer me matar junto? -, grita Nero que se levanta coberto de poeira.
Mas conforme a poeira vai baixando vem a mostra que o grupo não foi morto, Merlin com seu enorme poder conjurou uma poderosa barreira em volta deles, mas a explosão foi violenta de mais e o mago usou muito da sua energia, só restando uma coisa a se fazer.
-Sinto muito Artur-, diz ele se dirigindo ao príncipe que se levantava tossindo por causa da poeira.
Então com um movimento o homem conjura uma magia de teletransporte, levando Artur, Lancelot e Dagoneth pro lado de fora da cidade.
-Hahaha -, começa a rir Mesmero, -então você percebeu que eu havia lançado uma magia de destruição em você -, continuou ele enquanto dava risada.
-Ligação de alma -, diz Merlin ajoelhado exausto, - um truque tipico de alguém da sua laia -, diz o mago enquanto é cercado.
-Mate-o, mate ele -, diz Nero aos homens.
-Não façam isso! -, diz Mesmero, -Ligação de alma é uma magia bem poderosa e destrutiva, quando o aprisionei com as vinhas, eu a usei, pois sabia da sua magia de teletransporte, sem dúvidas suas habilidades fazem jus a sua fama meu amigo -, diz o homem se aproximando de Merlin.
-E o que é essa ligação de alma? -, pergunta Nero enquanto procura naquela destruição toda algo para beber.
-Quando eu a uso em alguém, se essa pessoa se afasta muito de mim ela explode, se ela fica sem energia, ela explode, se eu morro, ela explode, no final tudo termina em uma explosão não é mesmo? -, diz Mesmero parando na frente de Merlin.
-Então por que não podemos mata-lo agora? -, pergunta Nero enquanto se serve de uma jarra de vinho quebrada que achou nos escombros.
-Por que meu adorável futuro rei, se essas coisas acontecem com ele, acontecem comigo também não é mesmo? -, diz ele olhando para Merlin.
-Então o que me impede de ti matar agora? -, diz Merlin olhando bem nos olhos de Mesmero.
-Um sacrifício?? owwn que nobre, mas nós dois sabemos que você esta com quase nada de energia meu amigo, poderia tentar uma última magia, mas com essa energia não seria uma boa o suficiente e você se sacrificaria em vão, gostaria de tentar a sorte? -, diz ele enquanto da uma gargalhada.
Mas o mago nada diz, apenas abaixa sua cabeça, havia subestimado seu oponente, colocou a vida do seu pupilo e príncipe em risco, Merlin estava sentindo uma tremenda humilhação.
-Levem-no para o calabouço -, diz Mesmero aos homens.
-Quanto tempo vai durar essa magia? -, questiona Nero.
-Algumas horas, não da pra desfaze-la é uma faca de dois gumes, vamos trancafia-lo, preparei uma sela com várias magias, ele não poderá sair de lá nem se teletransportar la de dentro, ficara la para sempre-, diz Mesmero com um tom confiante.
-Então podemos mata-lo quando terminar o efeito não? -, pergunta Nero.
-Se você quiser arriscar em entrar em uma cela com o maior mago do mundo com as energias já restauradas vá em frente, só me avise antes para eu estar bem longe! -, diz Mesmero enquanto se dirige para a saída.
-Bom trabalho Mesmero, agora vá preparar as tropas para a guerra civil, caso seus assassinos não consigam encontrar Artur -, diz Nero enquanto pega um pedaço de carne para comer.
-Irei preparar as tropas, dois dos maiores cavaleiros do reino estão com ele, tivemos sorte em conseguir matar um aqui, Lancelot vai estar em alerta agora, eu não confiaria que conseguiremos pegar o garoto -, fala Mesmero sumindo na porta.
-EU QUERO A CABEÇA DELE MESMERO, OU SERÁ A SUA!!! -, grita Nero enquanto joga a carne e sua taça na parede.
Do lado de fora da cidade.
-Merlin, Simão! -, diz Artur caindo ajoelhado, com os olhos lacrimejando, -, mas como? porquê?-, diz ele enquanto cai no choro, totalmente sem consolo.
-Temos que ir Alteza, seu tio provavelmente vai mandar gente atrás de você, se a intenção era assassiná-lo ele não vai parar agora, sinto muito -, diz Lancelot enquanto coloca a mão no ombro do rapaz.
-De um tempo para ele Lance! -, diz Dagoneth.
-Não há tempo a perder, sinto por Simão e Merlin-, Diz Lancelot,- mas eles morreram protegendo o senhor, não podemos deixar que tenha sido em vão, o senhor tem que ficar em segurança rápido -, diz ele se dirigindo a Artur, que começa a se levantar limpando as lágrimas.
-Sim, você tem razão, Nero pagará por isso, com sua vida -, diz Artur disparando um olhar furioso para a cidade.
-Temos que sair das estradas, e tomar um caminho diferente para Camelot -, diz Lancelot, -Vamos para o sul, depois para o Oeste, paramos na cidade de Heisemburg, la pedimos um contrato com a guilda de aventureiros, mais algumas pessoas podem disfarçar nosso grupo em uma caravana mercante -, termina Lancelot.
-Mas com que dinheiro criaremos um contrato na guilda? -, pergunta Artur.
-Nós temos nossas bolsas com capacidade ilimitada, temos muito dinheiro guardado dentro delas -, completa Dagoneth.
-Então vamos, não há tempo a perder, livrem-se de suas armaduras e itens brilhantes, teremos que nos misturar a pessoas comuns para não chamar atenção -, diz Lancelot.
Então logo após se organizarem o pequeno grupo parte para o sul.
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2020.09.22 23:14 Dinizinni O titã testemunhado

Esta história já é antiga, teve lugar aí em 2008 ou 2009, ainda eu tinha os meus 14/15 anos e ainda o futebol mundial não tinha sido completamente revolucionado pelos dois titãs. Eu hoje sou um homem confiante, casado com a mulher dos meus sonhos e com um negócio em perpétuo crescimento mas nem sempre fui feliz como sou.
De facto, tendo crescido como adolescente assim mais para o nerd fora de uma grande metrópole para mim significava nunca ter conhecido ninguém que partilhasse os meus interesses e como consequência, apesar de não me dar mal com ninguém, nem ser "solitário", mas apenas no sentido de ter pessoas à minha volta, o facto é que não tinha amigos reais.
A solidão e a depressão operam em segredo, sendo que se por fora parecia bem, por dentro o meu lado suicida ganhava cada vez mais força.
Comecei a frequentar fóruns de suicídio e tudo, até que um dia recebi um e-mail a dizer “aguenta aí amigo, força!” vindo de um endereço misterioso: “[[email protected]](mailto:[email protected])”
Na altura nem liguei muito, achei parvo e segui a minha vida.
Passadas duas semanas já tinha pensado como ia tirar a minha vida, já tinha comprado comprimidos e tudo, apesar de ainda não ter tomado quaisquer decisões, tudo muda quando chego ao meu quarto e me deparo com o CR7 com o comando na mão, sentado na minha cama, com o meu jogo favorito na PS, o MGS 4: Guns of the Patriots.
“Bora passar o jogo em conjunto, a gente vai alternando”. Passamos as 15 horas seguintes a fazer uma magnífica no-death run do jogo, enquanto o Ronaldo debitava conhecimento enciclopédico sobre a saga Metal Gear e sobre o próprio Hideo Kojima e falando um pouco sobre os meus animes favoritos sobre os quais o Ronaldo pouco conhecia, uma vez que só seguia à altura Naruto e One Piece.
No final, após soltar uma lágrima durante a batalha entre o Liquid Ocelot e o Snake, referindo o quão dedicado era o Ocelot e aquilo a que se submeteu para levar a necessidade comum avante, o CR pediu licença, uma vez que tinha de ir jogar contra o Chelsea, mas garantiu-me que já voltava.
Após um jogaço contra o Chelsea, na altura orientado pelo Scolari, regressou com vontade de debater Hellsing, Full Metal Alchemist e Death Note, à altura os meus animes favoritos.
Tinha visto os episódios e lido as mangas durante o jogo, tornando-se no parceiro de debate que sempre quis.
Após meses de conversas no messenger e ao telefone, meteu na conversa uma moça chamada Guida, com os mesmos interesses que eu, residente em Ovar.
Começamos a falar e nunca parámos! Hoje é a minha mulher, temos três lindos filhos chamados Alucard, Light e Ronalda.
Somos donos do maior negócio ibérico de import/export de produtos japoneses e temos a nossa própria loja em Aveiro.
Ele esteve lá para mim! Ele esteve lá para nós! Obrigado Ronaldo!
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2020.09.17 03:50 sableyeet Como fui parar na diretoria por causa de um bambu.

Olá Lubinha, editores, possível convidado, gatas, papelões, senhoras, senhores, moços, moças e moçes!!! Essa é uma história meio merda de uma treta minha, espero q gostem.
Era o sexto ano, eu era nova na escola (primeiro ano que estudava nela), não tinha amigos e sofria um pouco de bullying. As meninas normalmente implicavam com a minha altura, tenho 14 anos agora e quase 1,80 então sou bem alta pra minha idade, e com o meu peso.
Nunca fui muito confiante comigo mesma já que também sofri bullying extremo na minha antiga eacola (com direito a ganhar a votação sobre pessoas mais odiada e não encostarem em um lugar q eu toquei). Enfim, eu tinha colocado na cabeça de que aquele ano seria perfeito, já que estava em uma escola nova e iniciando uma era nova na minha vida.
Eu acabei ficando próxima de uma menina, pra não expor ela vamos chama-la de Mads.
A Mads era muito legal, parecia ser a amiga perfeita pra mim mas algumas coisas começaram a acontecer, como eu mencionei antes, eu sou meio gorda, isso era um problema enorme pra Mads. Ela chegou a falar pra mim pra comer e enfiar o dedo na goela pra emagrecer (nunca fiz) e que pra eu ser aceita, eu teria q ficar com um dos garotos "populares" (hoje me descobri lésbica KKKK).
Eu não entendia o por que dela agir assim, pra mim, os amigos deveriam me amar do jeito que eu era. Ela só queria o melhor para mim, certo? Não seria tão ruim...
O tempo passou e ela se afastou de mim, eu lanchava todo dia sozinha já que não tinha amigos. Tentava fazer a Mads voltar a falar comigo mas nada nunca funcionava.
Nós tínhamos uma professora de música que fazia trabalhos muito estranhos, como colher e bambu. O nosso trabalho era fazer uma sequência de batimentos com o bambu, enquanto estávamos na quadra esperando a professora arrumar, cada um segurava um bambu enorme e pesado, o meu estava meio inclinado (GUARDE ISSO).
A Mads começou a encher meu saco, e eu nem sequer piscava o olho, só ignorava ela. Até ela falar algo que eu não me lembro agora e eu virar com tudo pra mandar ela calar a boca e...
POW
Advinha, eu acabei batendo (SEM QUERER) o bambu nela...
Ela começou a chorar falando que eu fiz por querer e a professora nos botou pra fora, esperamos o coordenador (que eu amo) vir e ele nos levou pra conversar.
Na sala dele, ela começou a me acusar falando que eu era horrível e que eu bati nela e bla bla bla. Como eu não sou boba nem nada, virei e falei:
O coordenador arregalou o olho e virou pra ela, falando o que decepcionado estava por ela ter feito uma coisa assim, por que eu era tranquila e uma pessoa boa.
KKKKKK enfim, quem levou mais bronca foi ela e eu fiquei de boas vendo ela sofrer.
Ela acabou saindo da escola ano seguinte mas voltou no nono, tentou agir toda minha amiga mas depois parou, acho que por que eu era meio fria com ela.
E o coordenador continua trabalhando na escola e toda vez que me vê, me abraça. Amo esse homem.
É isto, espero que tenha gostado <3
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2020.08.31 05:07 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 7)

O objetivo inicial de Stannis era sentar no Trono de Ferro. Minha impressão é que esse era o plano desde que ele abandonou Porto Real. Outros leitores alegam que esta intenção surgiu apenas depois da morte de Robert. Qualquer que seja o caso, todos devemos concordar que este era o objetivo ao menos desde o Prólogo de A Fúria dos Reis.
Por sua vez, Melisandre já alegava que o rei era a reencarnação de Azor Ahai. Talvez já pensasse assim antes. Mas não sabemos. Tudo que sabemos é que a mulher vermelha promoveu Stannis a herói renascido e nunca o tirou do altar.
Até Tormenta de Espadas, Stannis nunca havia se identificado com o papel de Azor Ahai. Só seguia os conselhos da feiticeira de Asshai para tentar reverter a desvantagem que Renly havia lhe imposto. Depois que conseguiu precisava para combater seus inimigos, até a colocou na geladeira. Atacou Porto Real apenas como Stannis Baratheon, não Azor Ahai, algo que Melisandre não tardou em usar isso contra ele, depois que retornou derrotado à Pedra do Dragão.
Ela voltou a afirmar que ele era um herói renascido e, derrotado e desmoralizado, Stannis começou a lhe dar ouvidos. Ela lhe mostrou uma visão no fogo, falou de uma guerra contra a escuridão, disse que poderia acordar um dragão da pedra, requisitou sangue de um rei e temperou a fábula de Azor Ahai de modo que o herói também era um rei legítimo.
O truque de Martin foi deixar Stannis e Melisandre muito tempo a sós, pensado que Davos havia falecido. Depois o truque foi Davos retornar com um plano para matar a sacerdotisa, o que o tornava mais um traidor. O rei só chama Davos porque Melisandre requisita, mas nem a feiticeira nem Baratheon poderiam prever que o cavaleiro das cebolas atiraria verdades duras a seu suserano.
Stannis fica impressionado, e provavelmente abandona a noção de que Davos era um traidor, pois pergunta por que o cavaleiro queria matar a mulher vermelha. Depois que percebe que as razões eram pessoais (e não para traí-lo), o rei de Pedra do Dragão começa a abrir o jogo, mas de modo confuso e atrapalhado. Provavelmente porque não ele não sabe do que está falando. Só está repetindo o que ouviu de Melisandre.
O objetivo de Baratheon agora é lutar na “grande batalha” e unir toda Westeros contra o Grande Outro. É um plano parecido com o anterior, mas agora Stannis precisa abandonar a ideia de simplesmente ‘tomar o trono’ para abraçar o ideal de ‘unir o reino’. À semelhança de Aegon, o papel agora é acabar com as disputas internas e consolidar a figura de um único governante. Mas tal como Aegon, precisa-se de um dragão. Para conseguir o dragão Edric Storm deve ser sacrificado.
A areia corre agora mais depressa pela ampulheta, e o tempo do homem sobre a terra está quase no fim. Temos de agir com ousadia, senão toda a esperança estará perdida. Westeros tem de se unir sob seu único rei verdadeiro, o príncipe que foi prometido, Senhor de Pedra do Dragão e escolhido de R’hllor. […] – Dê-me o garoto, Vossa Graça. É a maneira mais segura. A melhor maneira. Dê-me o garoto e acordarei o dragão de pedra.
(ASOS, Davos IV)
Mas como é possível unir o reino sem antes tomar o trono? Não são ideias que redundam no mesmo ponto? Segundo o discurso legalista de Stannis, não. Tendo Stannis a convicção de que o reino e trono já são seus, diminui-se a urgência de tomá-los.
Não é questão de desejo. O trono é meu, como herdeiro de Robert. Essa é a lei. Depois de mim, deve passar para a minha filha, a menos que Selyse finalmente me dê um filho. – Passou três dedos levemente pela mesa, sobre as camadas de verniz liso e duro, escurecido pela idade. – Eu sou rei. Os quereres não entram nisso.
(ASOS, Davos IV)
Este discurso convenientemente repetido por Baratheon é a brecha para que permite a Stannis aceitar outros rumos que não atacar Porto Real novamente. Não fosse assim, por que ele sequer daria ouvidos a um plano de Axell Florent e Salladhor Saan para atacar a Ilha da Garra? Ou então por que Stannis esperaria tanto tempo para que Melisandre comprovasse a eficácia de suas promessas?
De todo modo, o discurso de que o título lhe pertence, aconteça o que acontecer cai como uma luva em sua nova mentalidade de herói mítico. Mais tarde será este discurso que autorizará que Stannis deixe Pedra do Dragão para responder ao pedido de ajuda da Patrulha descoberto por Davos. O rei viu a visão no fogo e aquilo o fez relativizar a buscar pelo trono.
Com meus próprios olhos. Depois da batalha, quando estava perdido em desespero, a Senhora Melisandre pediu-me para fitar o fogo da lareira. […] o que vi foi real, apostaria nisso o meu reino.
E foi o que fez – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)
Mas os discursos dos personagens não veem sempre em seu auxílio. As vezes, ele são uma arma para ser usada contra ele. Esta é a razão pela qual Stannis fez de Davos sua Mão. Mas também é a razão pela qual Davos não será punido pela flagrante traição em traficar Edric Storm para Lys.
Ao condenar um eventual ataque a Ilha da Garra, Davos fez Stannis perceber que puniria homens como ele mesmo: que estavam obedecendo ordens de seu senhor contra o rei. Quando leu o pedido de ajuda da Patrulha da Noite, Davos usou a visão que Stannis e Melisandre lhe haviam contado e as profecias da grande guerra contra eles mesmos. Se Baratheon agisse diferentemente naqueles momentos, estaria virtualmente demonstrando que não era rei, herói ou sequer o Stannis que ele conhecia.
Não quero dizer com isso que Stannis não sofre transformações ao longo de A Tormenta de Espadas. Pelo contrário. O rei muda muito o seu discurso de um capítulo para o outro neste livro. O final do Davos IV e o começo de Davos V são espelhos um do outro. A situação modifica-se rapidamente quando as circunstâncias forçam o rei derrotado a admitir que Melisandre pode ter razão sobre o sangue de rei. Porém, nem todas as mudanças vieram em favor da tese de Melisandre. Ao dar alguma razão à feiticeira na mesma medida em que lhe retirava, Martin objetiva criar mais conflito interno no personagem, forçando Stannis a tomar uma decisão que refletisse sua personalidade da forma mais autêntica possível.
Primeiro, falemos das suspeitas que surgem de um capítulo para o outro.
Stannis antes achava que R’hllor deveria escolher alguém melhor, se achando inadequado para o destino que lhe era imposto. Entretanto, ao reparar que R’hllor escolhe como seus instrumentos os homens mais pífios e desonrosos, Baratheon passa a duvidar da lisura de seu deus.
O Senhor da Luz devia ter feito de Robert o seu campeão. Por que eu?
Porque é um homem reto – disse Melisandre.
(ASOS, Davos IV)

Será que a mão de R’hllor é manchada e entrevada? – perguntou Stannis. – Isso parece mais obra de Walder Frey do que de qualquer deus.
R’hllor escolhe os instrumentos de que necessita. – O rubi na garganta de Melisandre brilhava, rubro. – Seus caminhos são misteriosos, mas nenhum homem pode resistir à sua vontade ardente.
(ASOS, Davos V)
Por outro lado, após ser persuadido por Davos a não atacar a Ilha da Garra, Stannis falava em trazer justiça para cada pessoa nos sete reinos, independente da classe. No capítulo seguinte, porém, vislumbrando a chance de angariar apoio político fácil, fala que oferecerá indultos totais aos traidores que perderam seus reis para as sanguessugas de Melisandre. Mais do que qualquer coisa, essa passagem demonstra o quanto Stannis estava ávido para se livrar do dilema moral envolvendo o sacrifício de Edric.
Eu trarei justiça a Westeros. Algo que Sor Axell compreende tão mal quanto compreende a guerra. A Ilha da Garra não me traria nada... e seria uma coisa maligna, como você disse. Celtigar tem de pagar o preço da traição pessoalmente. E quando eu subir ao trono, pagará. Cada homem colherá o que semeou, do mais alto dos senhores ao mais baixo rato de sarjeta. E alguns perderão mais do que as pontas dos dedos, garanto. Fizeram o meu reino sangrar, e não me esqueço disso.
(ADWD, Davos IV)
...
O lobo não deixa herdeiros, a lula gigante deixa muitos. Os leões vão devorá-los, a menos que... Saan, vou precisar de seus navios mais rápidos para levar enviados às Ilhas de Ferro e a Porto Branco. Oferecerei indultos. – O modo como cerrou os dentes mostrou o pouco que gostava da palavra. – Indultos totais, para todos aqueles que se arrependerem da traição e jurarem lealdade ao seu legítimo rei. Têm de compreender…
(ASOS, Davos V)
Outra dúvida que acomete Stannis tem relação com a própria credibilidade das visões no fogo. Na primeira conversa, Stannis tem uma convicção profunda sobre o significado do que viu nas chamas. A seguir, mostra-se cético. Eu diria que, aqui, o rei está desdenhando do sucesso das sanguessugas com base nas previsões ambíguas que Melisandre fez no passado. Outra tentativa de se esquivar do sacrifício do bastardo de Robert.
A convicção na voz do rei assustou Davos profundamente.
(ASOS, Davos IV)
...
Há mentiras e mentiras, mulher. Mesmo quando essas chamas falam a verdade, estão cheias de truques, parece-me.
(ASOS, Davos V)
Porém, Melisandre conseguiu incutir algumas ideias em Baratheon. Quando libertou o Cavaleiro das Cebolas, Baratheon elogiava Edric Storm e se mostrava enfurecido por pensarem que ele o faria mal. Na segunda conversa, contudo, depois que Melisandre tanto destaca quanto o bastardo era a encarnação de uma afronta (e até mesmo de uma maldição) contra o rei, ele passa a expressar uma opinião negativa sobre o garoto.
O garoto encantou-o? Tem esse dom […]. Penrose preferiu morrer a entregá-lo. – O rei rangeu os dentes. – Isso ainda me enfurece. Como ele pôde pensar que eu iria fazer mal ao garoto?
(ASOS, Davos IV)
...
Já estava farto desse maldito garoto antes mesmo de ele nascer – protestou o rei. –Até o nome dele é um rugido aos meus ouvidos e uma nuvem negra que paira sobre a minha alma.
(ASOS, Davos V)
Por fim, enquanto que primeiramente o rei insistia a Melisandre que pensar em dragões era alimentar uma esperança tola, mais tarde ele mesmo passa a fantasiar com as possibilidades.
Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres.
(ADWD, Davos IV)
...
Seria uma coisa maravilhosa vera pedra ganhar vida – admitiu de má vontade. – E montar um dragão... [...] Robert tirou os crânios das paredes quando colocou a coroa, mas não suportou a ideia de mandar destruí-los. Asas de dragão sobre Westeros... isso seria uma...
(ASOS, Davos V)
Neste momento Davos interrompe Stannis para combater os argumentos de Melisandre. Tal qual havia feito antes ao criticar o plano de Sor Axell, o cavaleiro das cebolas desempenha o papel do advogado de defesa. Tal qual havia feito anteriormente, Stannis deixa seus conselheiros debaterem livremente, como se a altercação acontecendo na corte fosse um reflexo de seu próprio conflito interno.
Os argumentos da nova Mão do Rei não são novos. São os mesmos que Stannis já havia apresentado à feiticeira e, por isso, Melisandre tem resposta para todos. No fim, porém, Davos inova argumentando que nem todos as sanguessugas haviam causado o efeito prometido.
Duvida do poder de R’hllor? [...]
Até um contrabandista de cebolas sabe distinguir duas cebolas de três. Falta-lhe um rei, senhora.
Stannis resfolegou uma risada.
Ele pegou-a, senhora. Dois não é igual a três.
(ASOS, Davos V)
Stannis mal conseguiu conter sua alegria. Davos apontou uma brecha que o livrava de ter que reconhecer que Melisandre tinha razão, algo que ele estava resistindo a fazer até aquele momento. A alegria, contudo, dura pouco. A feiticeira mostrasse confiante de que Joffrey morrerá em circunstâncias que evidenciarão o poder do sangue de Edric. Stannis fica contrariado e termina a discussão ainda insistindo no argumento de Davos.
Com certeza, Vossa Graça. Um rei pode morrer por acaso, até dois... mas três? Se Joffrey morrer, no meio de todo o seu poder, rodeado por seus exércitos e sua Guarda Real, isso não mostraria o poder do Senhor em ação?
Talvez mostre. – O rei falou como se se ressentisse de cada palavra.
Ou talvez não. – Davos fez o melhor que pôde para esconder o medo.
[…] Dois é diferente de três. Os reis sabem contar tão bem quanto os contrabandistas. Podem ir. – Stannis virou as costas a eles.
(ASOS, Davos V)
A discussão é encerrada, mas Davos sabe que o conflito interno de Stannis está longe de terminado, por isto ele fica para trás para repisar os pontos em que a opinião de Stannis não mudou:
  1. Edric é de seu sangue
  2. Edric é inocente
  3. Edric e Shireen se afeiçoaram.
Davos ainda quis repetir o nome do garoto a fim de humanizá-lo, pois Stannis teimava em não pronunciar seu nome.
Como era esperado, nada disso tem efeito. Até porque todos estes argumentos foram trazidos pelo próprio Stannis contra Melisandre. Ao voltar a eles, Martin apenas nos demonstra que Baratheon não descartava sacrificar Edric apesar daquilo tudo. O rei até pronuncia o nome de Edric, demonstrando que humanizá-lo não o faria temer mandá-lo para morte.
Martin fecha este pequeno arco de mudança de opinião com um último espelhamento. Em um capítulo, Stannis manda tirar Davos de sua cela. No seguinte, ameaça justamente jogá-lo de novo nas masmorras. Esse é o sinal de que Stannis não admite mais contestação, pois a possibilidade de entregar Edric a Melisandre já é quase uma realidade.
Vá – disse o rei por fim– antes que consiga se levar de volta à masmorra.
(ASOS, Davos V)
Entretanto, se o sacrifício não acontece depois, o que Martin quis com todo esse arco? E por que vimos Stannis se humanizar e não atacar a Ilha da Garra (um ato “maligno”, segundo ele mesmo), para que logo depois ele esteja em conflito sobre sacrificar uma criança inocente? Tanto o ataque a Ilha da Garra quanto o sacrifício de Edric não aconteceram. O que Martin quis mostrar com isso tudo?
Toda essa volta serviu para estabelecer as diferenças, dentro de um espectro de moralidade, entre os personagens em Pedra do Dragão.
Desde que fomos apresentados a Stannis em A Fúria dos Reis nos tornamos cientes que suas famosas honra e moralidade não são tão rígidas como se fala. Elas se curvam ao cumprimento dos deveres associados aos papéis sociais que ele assume e ao utilitarismo de desempenhá-los à risca. Em outras palavras, Stannis está sempre atento a desempenhar o papel que esperam dele.
Em A Tormenta de Espadas, Stannis admite isso com todas as letras. Quando lhe foi apresentado o dilema da Rebelião de Robert, entre seguir seu irmão e lorde e se tornar um rebelde ou seguir seu rei e manter-se um legalista, Stannis pensou que os laços de sangue eram mais importantes.
Escolhi Robert, não escolhi? Quando esse duro dia chegou. Escolhi o sangue em detrimento da honra.
(ASOS, Davos IV)
No dilema envolvendo Edric, entretanto, Stannis está sendo forçado a abandonar até mesmo seu sangue em prol de uma profecia que tanto salvará o mundo quanto lhe dará o reino. Diferentemente da Rebelião, Stannis agora é o rei e não o rebelde (na cabeça dele ,claro). Não é mais uma questão de lealdades ou legalidade, mas a escolha entre vidas a salvar e um reino para pacificar.
É claro que, como a única fonte de informações é Melisandre, Stannis exige evidências de que ambas as coisas realmente acontecerão, caso ele decida sacrificar o bastardo do irmão. Stannis é um homem desconfiado e orientado por evidências. Não quer fazer um movimento baseado em simples wishful thinking. Entretanto, Melisandre concede as garantias. Lhe fornece uma visão no fogo que o impressiona muito e realiza o ritual com as sanguessugas que “resulta” na morte dos outros três reis ainda vivos na Guerra dos Cinco Reis. Porém, vale mencionar, ainda assim Stannis pedia por garantias.
Jura que não há outra maneira? Jure por sua vida, porque juro que morrerá devagarinho se mentir para mim.
(ASOS, Davos VI)
Sendo assim, a conclusão óbvia é que o rei pode até ser alguém disposto a atos grotescos, mas ele somente os leva a cabo quando têm utilidade verdadeira. Inclusive, esta é a razão pela qual ele concorda com Davos de que atacar a ilha da Garra seria um expediente maligno. Ele não só iria punir as famílias inocentes de homens que lhe serviram com lealdade como não tiraria nada de realmente útil deste ataque, apenas saque.
Já com Edric Storm, o dilema que Martin impõe ao personagem se encaixa no padrão de “O que é a vida de um em comparação” e “As necessidades de muitos”, tropes normalmente associadas à busca pelo bem maior – o que não necessariamente coloca Baratheon na condição de herói, mas tampouco necessariamente o rebaixam à condição de vilão ou de antagonista.
Em verdade, mesmo depois da repentina mudança de opinião sobre Edric, o rei nunca deixou de considerar sua inocência e as consequências nefastas que viriam do ato, especialmente no que se referia a possíveis acusações de fratricídio. Stannis associa este tipo de postura a uma necessidade de cumprimento de seu dever como Azor Ahai e rei.
Quantos garotos vivem em Westeros? Quantas garotas? Quantos homens, quantas mulheres? A escuridão vai devorá-los todos, diz ela. A noite que não tem fim. Fala de profecias... um herói renascido no mar, dragões vivos chocados a partir de pedra morta... fala de sinais e jura que apontam para mim. Nunca pedi isso, assim como não pedi ser rei. Mas vou me atrever a não lhe dar ouvidos? – rangeu os dentes. – Não escolhemos o nosso destino. Mas temos... temos de cumprir o nosso dever, não é? Grande ou pequeno, temos de cumprir o nosso dever. Melisandre jura que me viu em suas chamas, enfrentando a escuridão com a Luminífera erguida bem alto. Luminífera!
(ASOS, Davos V)
Alegar que ‘não pediu’ para estar naquela situação é um gesto clássico de Stannis quando é colocado em uma situação que exige que ele tome escolhas difíceis. Stannis é um homem que dá muita importância ao preenchimento de papéis sociais, seja como irmão mais novo, conselheiro, marido, rei ou herói mítico renascido. Por essa razão conclui não ter controle sobre o próprio destino, que apenas lhe resta agir conforme seu papel.
Afinal, a lição que tirou na infância do caso do falcão Asaltiva foi que tentar agir em desconformidade com sua condição é algo ineficaz, que somente o coloca no papel de bobo. Isso condicionou a vida do Baratheon do meio à busca de desempenhar seu papel da forma mais eficiente e em conformidade com as suas condições. Assim, sua vida foi moldada na obediência aos seus deveres.
Quando era rapaz, encontrei um açor ferido e tratei dele até que recuperasse a saúde. Chamei-o Asaltiva. Costumava se empoleirar no meu ombro, esvoaçar de sala em sala atrás de mim e comer na minha mão, mas não voava alto. Uma vez ou outra levei-o à caça, mas nunca subiu mais alto do que as copas das árvores. Robert chamou-o Asafraca. Ele tinha um falcão-gerifalte chamado Trovão que nunca errava um ataque. Um dia, nosso tio-avô, Sor Harbert, disse-me para experimentar outra ave. Disse que estava fazendo papel de idiota com Asaltiva, e tinha razão.
Assim, todo o dilema enfrentado pelo rei de Pedra do Dragão centrava-se em comprovar a eficácia do método proposto por Melisandre, a fim de não fazer papel de bobo caso fosse uma furada. Stannis estava disposto a sacrificar alguém de seu sangue se conseguisse acordar um dragão e unir o reino sob seu comando para liderar a batalha contra as trevas. O que ele não estava disposto era a ser mais um idiota nas páginas da história, que pensava ter achado a fórmula para obter um dragão, mas no fim acabava morto ou humilhado.
– Não quero ouvir mais nada sobre isso. Os dragões acabaram-se. Os Targaryen tentaram trazê-los de volta meia dúzia de vezes. E fizeram papel de bobos, ou de cadáveres. Cara-Malhada é o único bobo de que precisamos neste rochedo esquecido por deus. Você temas sanguessugas. Faça o seu trabalho.
(ASOS, Davos IV)
Esta visão utilitarista é a postura de Stannis.
A postura adotada por Melisandre, Selyse e Axell é algo inteiramente distinto.
A diferença crucial entre Stannis, Selyse e Axell é que apenas o rei sente-se moralmente impedido de realizar o sacrifício, muito embora Edric também seja do sangue de todos eles. A rainha e o castelão não somente descartam completamente a humanidade e a inocência de Edric Storm, como eles fecham aos olhos ao fato de que “o bastardo de Robert” também é “o bastardo de Delena Florent”.
Edric é filho da prima de Selyse e, por força do casamento com Stannis, seu sobrinho. Já Axell é tio-avô do garoto. Figurativamente falando, o sangue Florent corre tão intenso nas veias de Edric quanto o sangue Baratheon. Este é um detalhe grandemente esquecido tanto pelo leitor quanto pelos personagens, mas que estabelece uma grande diferença de caráter entre Stannis e os Florent.
O rei não ignora o valor da vida que está tirando. A inocência e o fratricídio constituem obstáculos morais sérios para ele. Stannis tampouco deseja patrocinar um fiasco com sangue e desonra. Já Selyse acredita piamente no papo de Melisandre de que Edric conspurcou seu casamento e impôs uma maldição em seu ventre, impedindo-a de gerar filhos homens.
Robert e Delena profanaram a nossa cama e fizeram cair uma maldição sobre a nossa união. Esse garoto é o sujo fruto de sua fornicação. Levante esta sombra de meu ventre, e eu lhe darei muitos filhos legítimos, eu sei que sim.
(ASOS, Davos V)
Axell Florent é um homem ambicioso que vê traidores em todo lado, que está mais do que disposto a lançar à fogueira aqueles de seu sangue (no caso, seu irmão Alester).
Porém, é preciso ressaltar que a miopia de Axell não é condicionada apenas a sua ambição. Ele não apenas estava apoiando o sacrifício de Edric enquanto tinha chances de ser nomeado Mão. Mesmo depois que Davos passa a ocupar o cargo, Axell continua a fazer eco aos gritos de Selyse.
Assim, fica claro que a rainha e o castelão não hesitariam de entregar às chamas alguém inocente de seu próprio sangue caso Melisandre assim requisitasse.
Quanto à própria sacerdotisa de Asshai, pouco podemos inferir sobre sua moralidade. Entretanto, os argumentos que ela apresenta a Stannis parecem indicar que Edric não seria o primeiro inocente que ela sacrificaria na vida.
O Senhor da Luz aprecia os inocentes. Não há sacrifício mais precioso.
(ASOS, Davos V)
Portanto, o ponto de Martin com a “ameaça de sacrifício” era permitir que os leitores contemplassem o caráter de cada personagem envolvido para que soubéssemos “quem eles eram quando estava escuro” e, em contraste, notássemos que, por mais ambicioso, orgulhoso e estrito que Stannis fosse, não seria facilmente convencido a sacrificar o bastardo de seu irmão, mesmo quando as pessoas a seu redor estavam convencidas.
Ele está com eles, mas não é um deles, pensou Davos.
(ASOS, Davos VI)
No fim, entretanto, Edric Storm apenas sobreviveu por intervenção de Davos. A pergunta que fica com o leitor é: O que aconteceria em uma situação parecida se Davos não estivesse por perto?.
Mas isso é tema para outro texto.
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2020.08.27 23:41 futebolstats A Carreira de Luuk de Jong em Números

Quando cita-se um dos melhores atacantes holandeses da atualidade, o nome de Luuk de Jong que atualmente joga pelo Sevilla da Espanha e que também é presença constante nos jogos da Seleção Holandesa, deve ser levado em conta.
Luuk de Jong nasceu em 27/08/1990 em Aigle, na Suíça. Apesar de ter nascido em outro país, Luuk é filho de pais holandeses. Inclusive, de Jong iniciou sua carreira como jogador de futebol em um clube holandês, o De Graafschap. Porém, o que mais se sabe sobre Luuk de Jong? Por quais clubes atuou até aqui? Quais feitos atingiu ao longo de sua carreira?

Juvenil

Da esquerda para a direita: Luuk de Jong aos 6 anos de idade e o mesmo na época em que atuava pelo TwenteComo já foi dito acima, Luuk de Jong nasceu na Suíça. Os pais do atacante – George de Jong e Loekie Raterink – jogavam vôlei neste país. Anos depois, seu pai também se tornou um treinador de vôlei na Suíça. Luuk de Jong viveu no país alpino – Suíça – até os 4 anos de idade e depois mudou-se para a Holanda. Seu irmão, Siem de Jong que também tornou-se jogador de futebol, tinha 6 anos nessa época. Como você só obtêm a nacionalidade suíça se morar naquele país até os 14 anos, De Jong só tem passaporte holandês. Ele cresceu em Achterhoek depois dos 4 anos de idade. Posteriormente, Luuk começou a jogar futebol na associação amadora DZC ’68.
Luuk de Jong foi admitido na academia de juniores do De Graafschap aos 10 anos de idade e depois, foi queimando as etapas necessárias para chegar aonde queria, tornar-se um jogador de futebol.

A Carreira de Luuk de Jong em Números

De Graafschap

Categorias de Base

Sabe-se que Luuk de Jong ingressou nas categorias de base do De Graafschamp em 2001 e depois de queimar todas as etapas necessárias, em abril de 2008, assinou seu primeiro contrato com o clube de Doetinchem, De Graafschap. Esse contrato era válido por 3 temporadas e sendo assim, estendeu seu vínculo com o clube até junho de 2011.

2008-09

Em 7 de novembro de 2008, em jogo da 10ª rodada da Eredivisie (Campeonato Holandês), Henk van Stee – técnico do De Graafschamp nessa época – promoveu a estreia de de Jong quando o colocou em campo aos 32 minutos da segunda etapa no lugar de Peter Jungschläger no revés por 2-0 ante o NAC Breda em pleno Stadion De Vijverberg (estádio do De Graafschap).
Em 17 de janeiro de 2009, em partida válida pela 18ª rodada do Campeonato Holandês, van Stee escalou Luuk de Jong como titular pela primeira vez e na sua estreia como titular, deu o passe para Ben Sahar marcar o único gol da vitória do time da cidade de Doetinchem sobre o Willem II, em outras palavras, o De Graafschap venceu por 1-0.
Em 08/02/2009, em jogo da 22ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu primeiro tento como profissional no empate em 2-2 com o Twente no Stadion De Vijverberg.
Desde o momento em que de Jong chegou a titularidade no De Graafschap, houve muito interesse no jovem atacante. Foi noticiado pela primeira vez que o Twente e o Heerenveen estariam interessados ​​no atacante, então com 18 anos. Posteriormente, também foi relatado que o Groningen queria trazer o atacante para o norte do país (Holanda). No entanto, Luuk indicou numa entrevista que estava conversando com 2 clubes: o FC Twente, o sc Heerenveen. Dias depois, também foi noticiado que o PSV e o Ajax estavam de olho no jovem atacante.
Em 07/03/2009, em jogo da 26ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu 2º tento nessa temporada e sendo assim, o De Graafschap venceu o Heracles Almelo no De Vijverberg por 1-0. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 15/03/2009, o time de Doentinchem iria enfrentar o Ajax. Depois que, no início da temporada, o Ajax venceu o De Graafschamp por 6-0 em pleno De Vijverberg e os irmãos De Jong estiveram no banco de reservas durante todo o jogo e o clube de ambos estavam para se enfrentar. Ainda assim, isso não aconteceu, pois Siem estava se recuperando de uma lesão na clavícula. Luuk jogou como titular, mas não conseguiu evitar que o De Graafschap perdesse esse confronto por 3-0.
Em 11/04/2009, em partida válida pela 30ª rodada do Campeonato Holandês, de Jong se machucou e teve de deixar o campo ainda aos 37 minutos do primeiro tempo. Sem contar com sua joia, o De Graafschap empatou em 2-2 com o NEC Nijmegen. Posteriormente, de Jong voltou a jogar nos play-offs que valia a permanência do clube na 1ª divisão. Apesar de um gol dele contra o RKC Waalwijk em 31/05/2009, jogo no qual o time de Doentinchem venceu por 2-1. No segundo confronto entre essas equipes, o De Graafschap perdeu 1-0 e com isso, o clube foi rebaixado para a 2ª divisão ao término dessa temporada.
PdGmACACVMj na temporada 2008-09
1932201273
Pd – Partidas disputadas, Gm – Gols marcados, A – Assistências, CA – Cartões amarelos, CV – Cartões vermelhos e Mj* – Minutos jogados

Twente

2009-10

Antes do fim da temporada 2008-09, enquanto ainda era jogador do De Graafschap, em 6 de abril de 2009 o Twente e o atacante – Luuk de Jong – haviam chegado a um acordo e sendo assim, os “Tukkers” – Twente – anunciaram que ele se apresentaria ao clube no final dessa temporada e que assinaria um contrato de 3 temporadas com opção de mais um ano. Além disso, também se sabe que essa transferência envolveu um montante de 850 mil euros (cerca de 5,6 milhões de reais).
Na primeira metade dessa temporada, de Jong não teve muito espaço no time comandado por Steve McClaren, mas em uma das poucas chances dadas pelo técnico, mais precisamente em 23 de setembro de 2009, em confronto válido pela 2ª fase da Copa KNVB, fez a sua estreia pelo novo clube depois de entrar no lugar de Dario Vujičević e no primeiro jogo com a camisa do Twente, deu o passe para o gol de Nikita Rukavytsya na goleada por 8-0 sobre o SC Joure.
Em 28/10/2009, em confronto válido pela 3ª fase da Copa KNVB, Luuk ganhou mais uma chance de iniciar entre os titulares e foi o principal destaque da vitória por 3-0 sobre o VV Capelle, pois marcou seu primeiro doblete – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – da carreira. Na fase seguinte desse torneio – oitavas-de-finais – que ocorreu em 23/12/2009, de Jong marcou seu segundo e último doblete nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Helmond Sport.
Em 25 de fevereiro de 2010, no segundo confronto da fase de 16 avos da Europa League, de Jong ganhou a oportunidade de iniciar entre os titulares e marcou o único gol do Twente no revés por 4-1 ante o Werder Bremen da Alemanha fora de casa e com um placar de 4-2 a favor – o time holandês venceu o primeiro confronto por 1-0 -, a equipe alemã seguiu adiante na competição. Três dias após a eliminação, o Twente entrou em campo para jogar contra o NEC Nijmegen em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Holandês, a qual Luuk marcou o primeiro gol da vitória dos Tukkers por 2-1 no De Grolsch Veste (estádio do Twente).
Em 10/04/2010, em jogo da 31ª rodada da Eredivisie, de Jong entrou em campo aos 21 minutos do segundo tempo no lugar de Kenneth Pérez e 25 minutos depois, fez o gol que selou o resultado do jogo; vitória do Twente por 2-0 sobre o Heerenveen no De Grolsch Veste.
Em suma, na sua 1ª temporada com a camisa dos Tukkers, Luuk de Jong disputou 21 jogos, fez 7 gols e proveu 4 assistências. Quanto ao Twente, foi campeão do Campeonato Holandês, chegou até a semifinal da Copa KNVB e caiu na fase de 16 avos da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2009-10
217410870
7 gols dos quais 4 foram pela Copa KNVB, 2 pela Eredivisie e 1 pela UEFA Europa League

2010-11

Após o fim da temporada 2009-10, Steve McClaren deixou o comando do Twente e com a saída do técnico inglês, Michel Preud’homme – treinador belga – assume o comando dos Tukkers.
Na estreia do novo técnico em 31 de julho de 2010, decisão da Supercopa dos Países Baixos contra a equipe pela qual seu irmão jogava – Ajax -, Luuk marcou o único gol da vitória do Twente e com isso, conquistou seu 2º título como profissional.
Em 21/08/2010, em jogo da 3ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu primeiro doblete nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Vitesse fora de casa. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 29/08/2010, marcou seu 2º doblete da temporada na goleada por 4-0 sobre o Utrecht no De Grolsch Veste.
De Jong celebrando o gol marcado contra o Werder Bremen na Liga dos CampeõesEm 27/10/2010, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Holandês, o jovem atacante de 20 anos marcou seu 3º doblete nessa temporada no triunfo por 3-1 sobre o Willem II fora de casa. Seis dias depois, em confronto válido pela 4ª rodada da fase de grupos da Champions League (Liga dos Campeões), de Jong marcou de cabeça seu primeiro gol nesse torneio na vitória por 2-0 sobre o Werder Bremen da Alemanha.
Em novembro desse ano (2010), Luuk de Jong estendeu o seu vínculo com o FC Twente até o ano de 2014.
Em 20/11/2010, em jogo da 15ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu 10º tento nessa temporada na derrota por 2-1 ante o AZ Alkmaar em pleno De Grolsch Veste.
Em 21/12/2010, em confronto válido pelas oitavas de final da Copa KNVB, Luuk marcou seu 4º doblete nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o Vitesse. Além de ter feito 2 gols, também contribuiu com assistência para o gol de Nacer Chadli.
Em 27 de fevereiro de 2011, em jogo da 25ª rodada da Eredivisie, o jovem atacante de 20 anos marcou seu 15º tento nessa temporada no revés por 2-1 ante o AZ Alkmaar.
Em 10/03/2011, no primeiro confronto das oitavas de final da Europa League contra o Zenit da Rússia, de Jong marcou seu 5º e último doblete nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o time russo no De Grolsch Veste. No segundo confronto entre as duas equipes, o Zenit venceu a equipe holandesa por 2-0, mas com a vantagem de 3-2 no placar agregado, o Twente seguiu adiante na competição. Posteriormente, o Twente foi eliminado pelo Villarreal da Espanha na fase seguinte.
Em 01/05/2011, em jogo da penúltima rodada (33ª) dessa edição da Eredivisie, o atacante de 20 anos marcou seu último tento nessa temporada na goleada por 4-0 sobre o Willem II no De Grolsch Veste. Uma semana depois, em confronto válido pela final da Copa KNVB, Luuk de Jong foi um dos destaques da vitória por 3-2 sobre o Ajax na prorrogação com assistências para os tentos marcados por Wout Brama e Theo Janssen. Com essa vitória, os Tukkers se sagraram campeões desse torneio pela 3ª vez na sua história.
Em suma, na sua 2ª temporada com a camisa dos Tukkers, Luuk de Jong disputou 49 partidas, fez 20 gols e proveu 16 assistências. Quanto ao Twente, além de ter sido campeão da Supercopa dos Países Baixos e da Copa KNVB, foi vice-campeão do Campeonato Holandês, terminou em 3º lugar na fase de grupos da UEFA Champions League e com isso, herdou vaga automática na fase de mata-mata da UEFA Europa League, onde chegou até as quartas de final.
PdGmACACVMj na temporada 2010-11
492016503632
20 gols dos quais 12 foram pela Eredivisie, 3 pela UEFA Europa League, 3 pela Copa KNVB, 1 pela UEFA Champions League e 1 pela Supercopa dos Países Baixos

2011-12

Após o fim da temporada 2010-11, Michel Preud’homme aceitou o convite para ser treinador de um time da Arábia Saudita e com isso, deixou o comando do Twente e com a saída desse técnico, o clube resolveu apostar suas fichas em Co Adriaanse.
Em 30 de julho de 2011, de Jong foi um dos destaques da vitória por 2-1 sobre o Ajax ao sofrer o pênalti que foi convertido por Marc Janko. Assim como ocorreu na temporada anterior, o Twente iniciava essa temporada com a conquista do título da Supercopa dos Países Baixos.
Em 16/08/2011, no primeiro confronto da última fase pré-eliminatória da Champions League contra o Benfica de Portugal, o atacante de 21 anos marcou seu primeiro tento nessa temporada no empate em 2-2 com a equipe portuguesa no De Grolsch Veste. Posteriormente, o time português venceu o Twente por 3-1 em Lisboa – em Portugal – e com isso, o clube holandês ficou de fora da fase de grupos da UEFA Champions League 2011-12.
Em 20/08/2011, em jogo da 3ª rodada da Eredivisie, o camisa 9 dos Tukkers – Luuk de Jong – fez 1 gol na goleada por 5-1 sobre o Heerenveen fora de casa. Além do gol marcado, de Jong também sofreu o pênalti que foi convertido por Janko. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 27/08/2011, o atacante de 21 anos marcou seu primeiro doblete nessa temporada na vitória por 4-1 sobre o VVV-Venlo no De Grolsch Veste.
Em 18/09/2011, em partida válida pela 6ª rodada do Campeonato Holandês, de Jong marcou seu 2º doblete nessa temporada na goleada por 5-2 sobre o ADO Den Haag. Três dias depois, em confronto válido pela 2ª fase da Copa KNVB, foi um dos destaques da goleada por 8-1 sobre o Zwaluwen com mais um doblete e assistências para o gol de Marc Janko e para 1 dos 4 gols marcados por Steven Berghuis.
Em 29/09/2011, em confronto válido pela 2ª rodada da fase de grupos da Europa League, o camisa 9 dos Tukkers marcou seu 10º tento nessa temporada na goleada por 4-1 sobre o Wisla Kraków da Polônia.
Após o fim da primeira metade dessa temporada, Co Adriaanse foi despedido e com a saída dele, o Twente optou por trazer um velho conhecido, trata-se de Steven McClaren.
Em 21 de janeiro de 2012, em jogo da 18ª rodada da Eredivisie, Luuk marcou seu 4º doblete nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o RKC Waalwijk. Além de ter feito 2 gols, também proveu assistência para o gol de Emir Bajrami. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 29/01/2012, de Jong marcou seu primeiro hat-trick – ocorre quando um jogador faz 3 ou mais gols numa mesma partida – da carreira na vitória por 4-1 sobre o Groningen no De Grolsch Veste.
Em 10/02/2012, em partida válida pela 20ª rodada do Campeonato Holandês, o camisa 9 dos Tukkers marcou seu 5º doblete nessa temporada no revés por 3-2 ante o Heracles Almelo no De Grolsch Veste.
Em 14/04/2012, em jogo da 30ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu 6º doblete nessa temporada e sendo assim, empate em 2-2 com o NAC Breda.
Em 02/05/2012, em partida válida pela penúltima rodada da Eredivisie, o atacante de 21 anos marcou seus 2 últimos tentos com a camisa do Twente na derrota por 4-3 ante o Heerenveen em pleno De Grolsch Veste.
Em suma, na sua última temporada com a camisa dos Tukkers, Luuk de Jong disputou 51 jogos, fez 32 gols – sendo 25 destes tentos marcados na Eredivisie 2011-12, o que fez dele o vice-artilheiro do campeonato ao lado de Sanharib Malki do Roda Jc e atrás apenas de Bas Dost do Heerenveen (32 gols) – e proveu 17 assistências. Quanto ao Twente, foi campeão da Supercopa dos Países Baixos, terminou em 6º lugar no Campeonato Holandês, caiu na fase pré-eliminatória da Liga dos Campeões e com isso, herdou vaga na fase de grupos da UEFA Europa League, competição na qual chegou até as oitavas de final, mesma fase na qual foi eliminado na Copa KNVB.
PdGmACACVMj na temporada 2011-12
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32 gols dos quais 25 foram pela Eredivisie, 4 pela UEFA Europa League, 2 pela Copa KNVB e 1 pela fase pré-eliminatória da UEFA Champions League
Títulos que conquistou pelo Twente - Eredivisie2009-10 - Copa KNVB2010-11 - Supercopa dos Países Baixos2010 e 2011
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores momentos de Luuk de Jong com a camisa do Twente - Este vídeo foi publicado no YouTube em 14 de maio de 2012por YRC1997TV

Borussia Mönchengladbach

2012-13

Luuk de Jong sendo apresentado como novo reforço do Borussia MönchengladbachEm 18 de julho de 2012, de Jong assinou contrato com o Borussia Mönchengladbach da Alemanha. Um contrato de 5 temporadas com uma taxa de 15 milhões de euros (cerca de 98,3 milhões de reais). Oito meses depois da transferência, Luuk de Jong afirmou que a Bundesliga – Campeonato Alemão – era “um ótimo lugar para se desenvolver como jogador”.
Em 18/08/2012, em confronto válido pela 1ª fase da Copa da Alemanha, Lucien Favre – técnico do Gladbach nessa época – promoveu a estreia de de Jong como titular e o holandês foi um dos destaques da vitória por 2-0 sobre o Alemannia Aachen ao dar o passe para o gol de Juan Arango. Posteriormente, o Borussia Mönchengladbach foi eliminado pelo Fortuna Düsseldorf na fase seguinte.
Em 21/08/2012, no primeiro confronto da última fase pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o atacante holandês marcou seu primeiro tento pela nova equipe no revés por 3-1 ante o Dínamo de Kiev da Ucrânia. Vale ressaltar que ele fez o gol do lado errado, marcou seu primeiro gol contra da carreira. No segundo confronto entre as duas equipes, o Gladbach venceu a equipe ucraniana por 2-1, mas com a desvantagem de 4-3 no placar agregado, ficou de fora da fase de grupos da UEFA Champions League 2012-13.
Em 15/09/2012, em jogo da 3ª rodada da Bundesliga, de Jong marcou seu primeiro tento pelo novo clube no revés por 3-2 ante o Nuremberg no Stadion im Borussia-Park (estádio do Borussia Mönchengladbach).
Em 04/10/2012, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Europa League, o novo camisa 9 do Gladbach marcou seu 2º tento nessa temporada na derrota por 4-2 diante do Fenerbahçe da Turquia no Stadion im Borussia-Park. Três dias depois, o Borussia Mönchengladbach estava em campo novamente para jogar contra o Eintracht Frankfurt em jogo válido pela 7ª rodada da Bundesliga e de Jong marcou seu 3º tento nessa temporada e com isso, vitória do Gladbach por 2-0.
Em 25/10/2012, em partida válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Europa League, o atacante holandês ficou em campo até os 20 minutos do segundo tempo, quando teve de deixar o campo devido à uma lesão. Quanto ao resultado da partida, vitória do Borussia Mönchengladbach por 2-0 sobre o Olympique de Marselha da França.
Após o jogo contra o time francês, de Jong ficou sem poder jogar por 1 mês e meio até que no dia 06/12/2012, em confronto válido pela última rodada da fase de grupos da Europa League, o novo camisa 9 do Gladbach entrou em campo aos 22 minutos da segunda etapa no lugar de Mike Hanke e 12 minutos depois, fez o gol que definiu o resultado da partida; vitória do time alemão por 3-0 sobre o Fenerbahçe da Turquia fora de casa. Com um total de 11 pontos somados em 6 rodadas – 3 vitórias, 2 empates e uma derrota -, o Gladbach se classificou para a fase de mata-mata da UEFA Europa League 2012-13.
Em 9 de fevereiro de 2013, em jogo da 21ª rodada da Bundesliga, de Jong marcou seu 5º tento nessa temporada no empate em 3-3 com o Bayer Leverkusen no Stadion im Borussia-Park.
Em 06/04/2013, em partida válida pela 28ª rodada do Campeonato Alemão, o atacante holandês marcou seu último tento nessa temporada e com isso, o Gladbach venceu o Greuther Fürth por 1-0. No entanto, de Jong se desentendeu com Lucien Favre e em decorrência disso, o holandês foi parar no banco de reservas nas últimas rodadas do campeonato, entrando no decorrer dos jogos, mas ainda assim, ele reiterou que estava confiante de que poderia provar a si mesmo como o melhor atacante.
Em suma, na sua 1ª temporada na Alemanha, Luuk de Jong disputou 31 jogos, fez 8 gols e proveu 4 assistências. Quanto ao Borussia Mönchengladbach, terminou o Campeonato Alemão em 8º lugar, foi eliminado na fase de 16 avos da UEFA Europa League e caiu na 2ª fase da Copa da Alemanha.
PdGmACACVMj na temporada 2012-13
3184402023
8 gols dos quais 6 foram pela Bundesliga e 2 pela UEFA Europa League

2013-14

Em 4 de agosto de 2013, em confronto válido pela 1ª fase da Copa da Alemanha, de Jong saiu do banco aos 25 minutos da segunda etapa para entrar no lugar de Lukas Rupp e mesmo com a entrada do atacante holandês, Borussia Mönchengladbach e Darmstadt empataram em 0-0 e com a persistência desse placar na prorrogação, houve decisão por pênaltis onde de Jong foi o segundo jogador do time a bater e para piorar, ele teve o seu pênalti defendido e como consequência, o Darmstadt venceu o Gladbach nas penalidades por 5-4 e seguiu adiante na competição.
Após a eliminação precoce na Copa da Alemanha, Luuk de Jong perdeu espaço entre os titulares e quando entrava em campo, era para jogar os finais das partidas e com apenas 14 jogos disputados na primeira metade dessa temporada, o Borussia Mönchengladbach resolveu emprestá-lo para o Newcastle da Inglaterra.
PdGmACACVMj na temporada 2013-14
140000122


Newcastle

2013-14

Em 29 de janeiro de 2014, Luuk de Jong foi apresentado como novo reforço do Newcastle da Inglaterra, ficou estabelecido que ele jogaria pelo clube até o fim da temporada 2013-14.
Em 01/02/2014, em jogo da 24ª rodada da Premier League (Campeonato Inglês), Alan Pardew – técnico do Newcastle nessa época – promoveu a estreia do atacante holandês quando o colocou em campo logo após o intervalo no lugar de Sammy Ameobi, porém essa foi uma estreia para se esquecer, pois o Newcastle perdeu para o Sunderland por 3-0 em pleno St James’ Park (estádio do Newcastle). Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 08/02/2014, de Jong jogou os 90 minutos do revés por 3-0 ante o Chelsea fora de casa.
Em 19/04/2014, em partida válida pela 35ª rodada do Campeonato Inglês, o holandês ganhou a chance de iniciar entre os titulares e deu o passe para Shola Ameobi marcar o único gol dos Magpies (Newcastle) na derrota por 2-1 ante o Swansea no St James’ Park. Além disso, de Jong teve de deixar o campo ainda aos 40 minutos da primeira etapa para dar lugar a Loïc Rémy devido à uma lesão.
Em maio de 2014, foi anunciado que de Jong voltaria ao Borussia Mönchengladbach depois de não ter marcado nenhum tento em 12 partidas pelo Newcastle.
PdGmACACVMj na temporada 2013-14
120100669

PSV Eindhoven

2014-15

Luuk de Jong sendo apresentado como novo reforço do PSV EindhovenEm 12 de julho de 2014, o PSV Eindhoven da Holanda anunciou a contratação de Luuk de Jong. O clube holandês desembolsou 5,5 milhões de euros (cerca de 36 milhões de reais) para contar com o atacante de 24 anos por 5 temporadas. O jogador passou a ganhar cerca de 1,4 milhões de euros (9,1 milhões de reais) por ano no PSV, metade do seu salário no Borussia Mönchengladbach. No entanto, o clube alemão também deu a de Jong um salário anual na saída, que foi pago a ele durante 3 anos.
Em 30/07/2014, no primeiro confronto da fase pré-eliminatória da Europa League contra o SKN St Pölten da Áustria, Philip Cocu – técnico do PSV nessa época – promoveu a estreia de de Jong como titular e ele não desapontou e marcou o único gol da vitória do time holandês sobre a equipe austríaca no Philips Stadion (estádio do PSV). No segundo confronto entre as duas equipes em 07/08/2014, o novo camisa 9 da equipe de Eindhoven marcou seu 2º tento nessa temporada no triunfo por 3-2 sobre o time austríaco fora de casa.
Em 31/08/2014, em jogo da 3ª rodada da Eredivisie, Luuk de Jong marcou seu 3º tento nessa temporada na vitória por 2-0 sobre o Vitesse no Philips Stadion. Posteriormente, nos 3 jogos seguintes do PSV, 3 tentos marcados por de Jong; na derrota por 3-1 ante o Zwolle na 4ª rodada da Eredivisie, na vitória por 1-0 sobre o Estoril de Portugal na fase de grupos da Europa League e na goleada por 4-0 sobre o Cambuur na 5ª rodada da Eredivisie.
Em 06/12/2014, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Holandês, o novo camisa 9 do PSV marcou seu 10º tento nessa temporada no triunfo por 3-1 sobre o Dordrecht fora de casa.
Em 17/12/2014, em jogo da 17ª rodada da Eredivisie, de Jong marcou seu primeiro hat-trick nessa temporada na vitória por 4-3 sobre o Feyenoord no Philips Stadion.

PdGmACACVMj na temporada 2014-15
452614103930
26 gols dos quais 20 foram pela Eredivisie, 2 pela UEFA Europa League, 2 pela fase pré-eliminatória da UEFA Europa League e 2 pela Copa KNVB

2015-16


PdGmACACVMj na temporada 2015-16
443212703849
32 gols dos quais 26 foram pela Eredivisie, 2 pela UEFA Champions League, 2 pela Supercopa dos Países Baixos e 2 pela Copa KNVB

2016-17


PdGmACACVMj na temporada 2016-17
3999503388
9 gols dos quais 8 foram pela Eredivisie e 1 pela UEFA Champions League

2017-18


PdGmACACVMj na temporada 2017-18
331312202493
13 gols dos quais 12 foram pela Eredivisie e 1 pela Copa KNVB

2018-19


PdGmACACVMj na temporada 2018-19
433210603891
32 gols dos quais 28 foram pela Eredivisie, 3 pela UEFA Champions League e 1 pela fase pré-eliminatória da UEFA Champions League
Títulos que conquistou pelo PSV Eindhoven - Eredivisie2014-15, 2015-16 e 2017-18 - Supercopa dos Países Baixos2015 e 2016
- O vídeo abaixo mostra todos os gols marcados por Luuk de Jong com a camisa do PSV Eindhoven - Este vídeo foi publicado no YouTube em 1º de julho de 2019pelo PSV

Sevilla

2019-20


PdGmACACVMj na temporada 2019-20
46104202703
10 gols dos quais 6 foram pela La Liga, 3 pela UEFA Europa League e 1 pela Copa do Rei
Títulos que conquistou pelo Sevilla - UEFA Europa League2019-20
- O vídeo abaixo mostra 5 dos 10 gols marcados por Luuk de Jong com a camisa do Sevilla na temporada 2019-20 - Este vídeo foi publicado no YouTube em 26 de janeiro de 2020por Galaxy Games 10

Números de Luuk de Jong na Seleção Holandesa

Holanda

Seleções de Base


Seleção Principal


Euro 2012


Eliminatórias da Euro 2016 e da Copa do Mundo FIFA de 2018


Liga das Nações da UEFA A


Eliminatórias da Euro 2020


TOTAL

PdGmACACVMj
245110484
Prêmios individuais - Equipe da Eurocopa Sub-21 de 2013 - Equipe ideal da Eredivisie: 2017–18 e 2018–19 - Final da UEFA Europa League 2019-20: The Man of the Match (Homem do jogo)
Artilharia - Eredivisie 2018-19 (28 gols)

Considerações Finais

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2020.08.27 21:24 FFVII-Regenesis Final Fantasy VII Regenesis (Fan Game)

Conheça o Fan Game de Final Fantasy VII. Este é um jogo sem fins lucrativos criado por fãs que atualmente está em desenvolvimento em parceria com Vanit Studios (Final Fantasy VII 2D Remake). https://rpgmaker.net/games/5794/ Este jogo é destinado a ser uma história de continuação de Final Fantasy VII (Advent Children e Dirge Of Cerberus.) A história se passa 7 anos após dos eventos de Dirge of Cerberus.
Criadores: Game Fantasy Studio Gênero:Ficção/RPG Parte 1: Concluído. Parte 2: Em Beta. Data de início: 19/05/2018 Lançamento - Parte 1 (100%): 18/05/2019 (Completo) Lançamento - Parte 2 (95%): 28/08/2020 (Versão Beta)
Alguns recursos do jogo incluem: Sprites personalizados (nem todos são totalmente originais, alguns deles já foram usados nos Jogos Final Fantasy VII Origin e Final Fantasy VII 2D Remake. Trilha sonora do Final Fantasy VII em formato MIDI. Efetos sonoros do Final Fantasy VII. Recriação de todas as cidades em 2D. Menu de Matérias personalizado diferente do original. Limit Break com o mesmo sistema do FF7 original. Sistema de roubar itens de um inimigo durante a batalha. Sistema de Enemy Skill, onde você pode aprender novas habilidades do inimigo. Novas habilidades e animações de batalha. Múltiplos Vilões além do Vilão principal durante o jogo. Sistema de captura de Chocobos. Recriação do Mapa Mundo do Final Fantasy VII em 2D. O jogo é sempre será sem fins lucrativos e nós nunca cobraríamos por isso.
Sistema de Matérias: Todas as Matérias que estão equipadas ganham 9 de Ap a cada uso do comando 'Magia' durante uma batalha. Não importa quantas vezes você use as magias, todas que estão equipadas ganharão 9 de Ap a cada uso. Quando uma matéria tiver mais de 3000 de AP, elas passarão a ganhar 29 AP.
Sinopse: 7 anos depois dos acontecimentos da Final Fantasy VII - Dirge Of Cerberus, Jenova desencadeia eventos que irão trazer novamente Cloud e todos os seus amigos e antigos inimigos para uma grande batalha que irá decidir o destino final do planeta.
Jogabilidade: A jogabilidade do Final Fantasy VII está dividida principalmente em três áreas principais: Mapa do mundo do jogo, mapas de campo e telas de batalha. O mapa do mundo é uma representação em escala do mundo fictício do jogo através do qual o jogador pode viajar entre diferentes locais existentes. Como em jogos de Final Fantasy anteriores, a travessia pode ser feita a pé, montando chocobos (aves galiformes recorrentes na série), voando uma aeronave ou por mar através de um barco.
Sistema de Batalha: As batalhas no Final Fantasy VII podem ocorrer aleatoriamente ou desencadeadas por um evento específico, colocando o grupo de jogadores contra um ou mais inimigos. Ganhe uma batalha e todos os oponentes serão recompensados com experiência, itens, e Gil (a moeda do jogo). Entretanto, se todos os membros do grupo forem abatidos ou deixados sem poder continuar a luta, o jogo termina e o jogador deve recomeçar de seu último Save.
Sistema de Limit Break: O Limit Break permite você usar um ataque especial durante as batalhas. Toda vez que seus personagens sofrem dano, a barra de Limit Break irá se encher até chegar ao máximo, liberando o comando Limit para usar um ataque especial. Início da Trama: Cloud, um Espadachim confiante que acreditou ser um membro da Soldier 1ª Classe da Shinra, ele ainda sofre com pesadelos desde a última Luta contra Sephiroth em Advent Children. Sete anos após Dirge of Cerberus, Cloud se reúne com Vincent e Yuffie para descobrir alguns eventos estranhos nas proximidades de Midgar. Logo o grupo descobre que a Shinra está sob um novo governo que está reativando os serviços da Empresa e fazendo experimentos com criaturas com as pedras de Omega. Durante as investigações, um estranho homem de manto negro vagueia pelas regiões de Junon em busca de um artefato que está sob o sigilo da Shinra. Mas o que a Shinra e grupo de Cloud não sabiam, era que este homem é nada mais e nada menos que um Ex-Soldier de 1ª Classe que estava desaparecido ha mais de Dez anos. Agora, o futuro depende de Cloud e seus amigos para proteger este artefato misterioso que pode colocar o Destino do planeta em risco.
Desenvolvimento: O jogo está sendo dividido em 3 partes. Parte 1 e Parte 2 (Beta) já está disponível para Download. A equipe continua a trabalhar para a conclusão do jogo. Todos os recursos e Sprites que estão sendo usados serão dados os devidos Créditos aos Autores!
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2020.08.26 04:36 laura__thebitch Acho que minha mãe é "hipócrita"...

Muitos já devem estar me xingando por eu achar que minha mãe é "hipócrita", mas deixa eu contar os detalhes.
Tem 2 coisas que me levaram a chegar a essa conclusão.
A primeira foi que, mais ou menos em abril ou maio, eu me abri com a minha mãe. Contei tudo o que eu estava sentindo, com muita dificuldade, mas contei. Contei que eu não me acho bonita de nenhuma maneira, contei que eu me sinto um lixo e inútil, contei que eu me sinto muito anciosa, e mais coisas. Eu realmente achei que ela me entenderia, pois ela já teve depressão (e eu acho que tenho também), mas nessa conversa ela simplesmente IGNOROU o fato de que eu me sentia assim. Tudo o que ela disse foi basicamente: "existem problemas 500 vezes maiores que o meu", "eu deveria pensar em problemas piores de outras pessoas e me colocar no lugar delas", "eu estou absorvendo os problemas dos meus amigos", "estou fazendo 'drama' por não me achar bonita e me sentir horrível por dentro". Obviamente, ela não disse com essas palavras, mas ela tentou, e falhou miseravelmente, disfarçar que ela queria dizer isso, mas dava pra ver essas palavras que eu disse escritas bem na testa dela... Provavelmente ela queria me ajudar, mas isso acabou me deixando 500 vezes pior do que eu já estava... Agora toda vez que eu estou triste ou mal, evito desabafar com ela, pois doi mais ainda quando ela fala essas coisas...
Já a segunda, acho que foi mês retrasado (junho), eu estava contando pra ela de um caso de um amigo meu, que estava com sérios problemas com a família dele pelo fato de ele ser gay e homem trans. Minha mãe disse que: "pra ela, não importava se ele fosse gay ou não, ele tinha que ser livre pra amar quem ele quiser", coisa que eu concordo, até pq, acho que sou lésbica. Ai ela me perguntou se eu gostava de homens ou se eu gostava de mulheres, e, eu estava confiante pois ela tinha acabado de falar que "apoiava" a comunidade LGBTQI+, então falei que acho que gosto somente de meninas. Ela meio que ficou com uma cara espantada e soltou a frase: "Haha! Você ainda é muito nova pra saber!". E na realidade, eu acho que tenho idade o suficiente pra saber disso, de certo que eu estou confusa ainda um pouco, pois não sei se sou demisexual ou lésbica, mas, desde pequena, eu nunca gostei de nenhum menino, eu sempre gostei de garotas, que eram próximas de mim. E pela reação dela parecia que ela queria dizer: "Eu não te apoio, mas 'respeito'." (Vcs vão saber o motivo das " no respeito daqui a pouco). Eu fiquei meio abalada com isso mas não me deixei levar.
Até que, em uma sexta feira desse mês (agosto), eu fui no shopping com ela e com o meu pai (o shopping abriu na minha cidade, só pode entrar de máscara, mede temperatura, tem que passar álcool em gel, etc). Tava tudo bem, nós estavamos em uma loja de roupas, que antes, estava com uma fila grande, mas depois ela diminuiu e voltamos pra loja pra comprar as roupas que queriamos. Eu vi uma blusa que era branca, com uma faixa arco-íris no meio dela. Eu achei essa blusa linda, e pedi pra comprar. Minha mãe disse que eu não iria comprar pois, segundo ela: "a blusa era 'feia' (ela não queria admitir que estava sendo homofóbica)", "era pra LBGT (essa parte me ofendeu muito, de verdade)", "tava mais cara (não estava)", e que "tinha outras blusas mais bonitas (até tinha outras, mas eu gostei daquela)". Nessa hora me bateu uma crise de anciedade com crise de choro que eu quase explodi, não pq minha mãe não queria comprar a blusa, mas pq ela ainda não aceitou o fato de que eu sou LGBTQI+, e simplesmente esqueceu de tudo o que eu disse pra ela. Ela esqueceu de como eu me sinto sobre críticas desse estilo, e não só isso, ela também esqueceu de que eu me sinto horrível, de que eu sou muito anciosa (também acho que tenho anciedade, e eu "acho" pois ela nunca me levou à um psiquiatra ou algo do tipo, ela é muito orgulhosa pra isso). No final, eu tive que me segurar pra não chorar, pq se eu chorasse seria pior, pois em casa meus pais diriam que eu estava sendo "birrenta, mal educada, mal agradecida, mimada e chantagista" (todos esses "xingamentos" já foram usados em brigas pq eu chorei em algum lugar ou por algo que aconteceu). Também consegui roer tanto minha unha que está até hoje mostrando a carne e as vezes sangra.
Enfim, esses são os motivos do porquê eu acho minha mãe "hipócrita". Eu ficaria muito feliz se vcs dessem a opiniao de vcs no caso, podem ser negativas ou positivas, concordando ou discordando da minha opinião.
Desculpa se tiver algum erro ortográfico que me passou despercebido. E obrigada por lerem meu desabafo.
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2020.08.16 02:08 tamedmale Eu tenho vontade de ser submisso a uma mulher

Eu tenho 29 anos, sou homem, e se você me visse pela rua acharia que sou um cara normal. Já tive em relacionamentos convencionais, onde assumi o papel esperado do "homem da relação" e não tenho problema em atrair mulheres.
Mas a verdade é que eu tenho um grande desejo de ser submisso a uma mulher, não somente na cama, mas em todos os aspectos. Obviamente não seria qualquer mulher. Teria que ser uma mulher independente, confiante de si, inteligente e bem feminina. Eu queria ajudá-la fazendo a maior parte do serviço doméstico, serví-la na cama sem esperar nada em troca, ser o brinquedinho dela. Eu queria estar em um relacionamento onde tudo girasse em torno dela. Na verdade, até se ela quisesse se relacionar com outros homens (ou mulheres), estaria tudo bem para mim. Eu, claro, seria 100% fiel, como um bom submisso deve ser. Meus limites são bem amplos, a única coisa que eu não aceitaria seria um filho de outro homem.
Não pense que eu sou um cara sem amor próprio ou qualquer coisa do tipo. Eu tenho orgulho do homem que sou, sei que posso fazer uma mulher feliz, e até por estar bem comigo mesmo não teria problemas com estas coisas que são tabu para a maioria dos homens. Eu não queria uma mulher para se aproveitar da situação, mas sim uma dona, que realmente me ame, ainda que de uma forma diferente.
Apesar disso, eu nunca tive coragem de "sair do armário". Sei que a maioria das pessoas achariam essas minhas fantasias ridículas e a maioria das mulheres esperam naturalmente que o homem assuma o papel dominante. Por este motivo, em todos os meus relacionamentos, eu acabei sendo o dominante porque, afinal, alguém tem que tomar as decisões, e esperar isso da parceira tem sido uma experiência frustrante.
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2020.08.12 05:25 player_br1 Um ano frustrante

Primeiro vou esclarecer umas coisas Eu to com sono então provavelmente só vou responder amanhã e erros d português é culpa do sono.
Vcs já devem ter lido vários posts assim, mais eu ja to a uns meses querendo falar disso. Esse ano tinha tudo para ser o melhor ou um dos melhores da minha vida, por ter entrado no ensino médio eu mudei de escola, e eu n podia pedir por uma sala melhor, tipo, eu realmente odiava a minha antiga sala, era um nível q tinha dias q eu n ia porque era perda de tempo, os professores n conseguiam dar aula, porém eu troquei d escola e o povo dessa escola é tudo q eu sempre quis, e p melhorar em uma sala d uns 25 alunos só 4 eram homem, então eu estava muito confiante que ia arrumar uma namorada, finalmente eu teria o meu primeiro namoro, só que tipo eu sou tímido p caramba, então nos 2 meses q eu tive de aula eu n fiz amizades "d vdd", as pessoas eram só colegas q eu talvez ja pudesse chamar de amigo. Então a quarentena começou Eu imaginei que ela iria durar pouco, então eu n me esforcei p continuar falando com os meus novos amigos (eu gosto d chamar eles assim), e quando as aulas online começaram, eu basicamente dormia a aula toda, então resumindo mt, eu n fiz amizades direito durante o primeiro semestre, algo que me fez mt mal, eu posso ter alguns amigos da antiga escola q eu realmente gosto, porém eles estão cansados, eles tiveram férias quando a quarentena começou, basicamente só isso aconteceu ate julho JULHO Eu dei sorte, tive férias o mês todo, durante esse mês ocorreram muitas coisas, primeiro, eu comecei a passar grandes períodos de tempo sem falar com nenhum amigo meu, como eu disse eles estão exaustos e tudo ta virandi briga, eu me apaixonei por uma menina da minha sala (pretendo falar com ela amanhã, nem sei como nem oq), me apaixonar eu nem sei como isso começou, ela é uma das pessoas q eu chamo d amigo da escola nova, durante as aulas antes da quarentena eu só a via como uma pessoa legal, principalmente pq eu achava ela feia, eu n sei oq mudou em mim, mais agr eu quero namorar com ela. Continuando julho, eu fiz aniversário, 16 anos, como eu n falo a data dele p meus amigos eu só recebi parabéns dos meus amigos mais antigos e da minha família, um tempo depois o amigo mais próximo do meu pai morreu atropelado, sendo bem sincero, isso não me afetou muito, porém eu nunca tinha visto o meu pai daquele jeito, até hoje eu to preocupado com ele, pq no final das contas o cara que morreu era um amigo da época da faculdade, mais p final do mês eu voltei a falar todo dia com os meus amigos da antiga escola, e para terminar o mês descobriram que a minha tia tem câncer de mama. Agosto O mês começou agr mais isso n importa As aulas online voltaram, eu to tendo prova todo dia e tendo a acordar cedo, com a volta as aulas eu interajo um pouco mais com a minha sala, mais n muito, eu fico com medo de falafazer bosta e afastar todos, e também a pessoa q eu me apaixonei deixa a câmera ligada durante a aula então o sentimento so fica maior. Esqueci de falar, porém antes de julho eu comecei a montar modelos d aviões e essas coisas, eu terminei um avião (IL2) e agr to montando um tanque (tiger 1), provavelmente essa foi uma das únicas coisas boas q sairam da quarentena, é bom fazer algo q n seja estudar, jogar videogame e assistir anime.
Bem se vc leu tudo parabéns vc tem mt paciência, mas obrigado por ler, eu to a uns 2 meses pensando em escrever isso e só hj tive vontade.
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2020.08.07 15:00 altovaliriano Varys não mente

Esta não é exatamente uma teoria, mas uma suposição que o leitores criaram como um exercício para tentar entender o que aconteceu no epílogo de A Dança dos Dragões.
Logo após disparar um dardo de besta contra Kevan, Varys faz uma longa exposição sobre os motivos de querer matar o regente e porque Aegon será o rei adequado para Westeros. Com a teoria Blackfyre beirando ao consenso, os leitores passaram a se questionar por que Varys teria se dado ao trabalho de mentir para um homem que iria morrer.
Muitas respostas foram apresentadas pelos leitores ao longo dos anos, muitas inclusive constam da própria teoria Blackfyre. Entretanto, nenhuma delas se tornou tão famosa quanto a de que Varys não estava mentindo a Kevan, apenas manipulando as palavras e os fatos, como supostamente ele fez durante toda a saga.
Com efeito, é comum leitores apontarem quea verdade que os personagens pensam ter ouvido de ouvido de Varys não corresponde à verdade que Varys está falando, justamente porque o eunuco exprime os fatos de maneira a confundir o ouvinte.
Um exemplo muito citado é a conversa que Varys tem com Ned, na qual ele revela que Jon Arryn foi envenenado com Lágrimas de Lys. O capítulo de Ned começa com Stark examinando o cadáver de Sor Hugh do Vale, segue para a tenda de Robert (onde Ned dissuade Robert de participar do corpo-a-corpo) e termina com Ned recebendo a visita secreta de Varys disfarçado. Depois de receber vários alertas do eunuco, Stark pergunta diretamente sobre o assunto que está lhe consumindo:
O eunuco já se encontrava junto à porta quando Ned o chamou: – Varys – o homem encapuzado virou-se. – Como morreu Jon Arryn?
Perguntava a mim mesmo quando chegaria a esse assunto.
Diga-me.
Chamam-lhe lágrimas de Lys. Coisa rara e dispendiosa, límpida e doce como a água, e não deixa rastro nenhum. Supliquei a Lorde Arryn que usasse um provador, foi nesta mesma sala que lhe supliquei, mas ele não queria ouvir falar do assunto. Só alguém que fosse menos que um homem podia sequer pensar em tal coisa, ele me disse.
Ned tinha de saber o resto.
Quem lhe deu o veneno?
Algum amigo querido, sem dúvida, alguém que partilhasse com frequência comida e bebida com ele. Ah, mas qual? Havia muitos assim. Lorde Arryn era um homem bondoso e confiante – o eunuco suspirou. – Mas havia um rapaz. Tudo que era devia a Jon Arryn, mas quando a viúva fugiu para o Ninho da Águia com os seus, ficou em Porto Real e prosperou. Alegra-me sempre o coração ver os jovens subir neste mundo […]
(AGOT, Eddard VII)
É possível que Varys, com a descrição ambígua do envenenador, acabou por descrever simultaneamente Petyr Baelish e Sor Hugh do Vale. Mas antes que Ned possa entender que Varys está abrindo sua visão para os crimes de Mindinho, Varys faz uma mudança brusca de assunto, mudando até mesmo o timbre da voz para recuperar o controle da atenção de Ned e não permitir que a imaginação de Stark voe em direção:
[...] neste mundo – o chicote estava de novo em sua voz; cada palavra era uma chicotada. – Deve ter feito uma figura galante no torneio, em sua brilhante armadura nova, com aqueles crescentes no manto. Uma pena que tenha morrido tão intempestivamente, antes que o senhor tivesse a oportunidade de falar com ele…
Ned sentiu-se quase como se ele mesmo tivesse sido envenenado.
O escudeiro – ele exclamou. – Sor Hugh – os mecanismos começaram a girar. A cabeça de Ned latejava. – Por quê? Por quê agora? Jon Arryn foi Mão durante catorze anos. Que andava fazendo ele para que tivessem de matá-lo?
Andava fazendo perguntas – respondeu Varys, esgueirando-se porta afora.
(AGOT, Eddard VII)
Varys não confirma em ponto nenhum a conclusão de Ned, apenas responde a sua pergunta com a verdade. Lembra até mesmo outro personagem de conversa ambígua e intenções dissimuladas:
Para ir ao norte, deve viajar para o sul. Para alcançar o oeste, tem de ir para o leste. Para ir em frente, deve voltar para trás, e para tocar a luz, tem de passar sob a sombra.
Asshai, pensou Dany. Ela quer que eu vá para Asshai.
Os asshai’i vão me dar um exército? – quis saber. – Haverá ouro para mim em Asshai? Haverá navios? O que há em Asshai que não posso encontrar em Qarth?
A verdade – disse a mulher da máscara. E, com uma reverência, voltou a desaparecer na multidão.
(ACOK, Daenerys II)
Este tipo de conversa truncada pode ser apenas uma cortina de fumaça para personagens como Melisandre e Quaithe manterem a pose. Entretanto, Varys tem o dever de servir a coroa com informações confiáveis. Caso suas informações venham a ser verificadas e descubra-se que ele estava passando informações falsas, isso poderia lhe custar a vida.
O meio natural que ele tem para continuar no cargo e ainda assim jogar seu próprio jogo seria via omissões e manipulações dos fato. Assim, como observa Adam Feldman, o leitor poderá constatar que:
Ainda assim, alguns leitores insistem que Varys mente muito e podem provar. Para começar, basta citar que ele usa disfarces que seriam praticamente impossíveis de serem usados de forma eficaz se ele não mentisse sobre a própria identidade. Tais como o carcereiro Rugen.
Em segundo lugar, chamam a atenção para a passagem que ele diz que Aegon sabe como é viver sendo caçado, quando os leitores sabem que as pessoas nos Sete Reinos parecem ignorar absoluta a mera existência de Aegon:
Ele consegue pescar, cozinhar e curar uma ferida, sabe como é sentir fome, ser caçado, sentir medo.
(ADWD, Epílogo)
Em terceiro lugar, destacam como Illyrio parece se confundir sobre o passado de Varys, como se a história que o eunuco contou a Tyrion fosse fabricada:
Como o Aranha tornou-se tão querido para você?
Éramos jovens juntos, dois garotos inexperientes em Pentos.
Varys veio de Myr.
Foi de lá que ele veio. Conheci-o um pouco depois de ele chegar
(ADWD, Tyrion II)
Já Pycelle ouviu outra história (ou talvez esteja mentindo para Eddard):
– Tenho ouvido dizer que veneno é uma arma de mulher.
Pycelle afagou a barba pensativamente.
– É o que se diz. Mulheres, covardes… e eunucos – limpou a garganta e cuspiu um espesso globo de muco para os juncos. Acima deles, um corvo grasnou sonoramente. – Lorde Varys nasceu escravo em Lys, sabia? Nunca deposite confiança em aranhas, senhor.
Por fim, se destaca que o próprio Varys admite tacitamente já ter mentido para Cersei:
– Eu dei a Shae uma história falsa, mas destinava-se a Lollys e à Senhora Tanda. Sua irmã tem uma mente mais desconfiada. Se me perguntar o que sei...
– Contará alguma mentira inteligente para ela.
– Não. Contarei que a garota é uma seguidora de acampamentos comum que você adquiriu antes da batalha do Ramo Verde e trouxe para Porto Real contra as ordens expressas do senhor seu pai. Não mentirei à rainha.
– Já mentiu antes para ela. Deverei dizer-lhe isso? O eunuco suspirou.
– Isso corta mais profundamente do que uma faca, senhor. Servi-lhe com lealdade, mas tenho também de servir à sua irmã sempre que puder. Quanto tempo acha que ela me deixaria viver se deixasse de lhe ser útil?
(ASOS, Tyrion VII)
Entretanto, se olharmos atentamente as palavras de Varys, ele não está dizendo que mentiu a Cersei, mas que está servindo tanto ela quanto Tyrion na medida que ele pode. O que na linguagem de Varys quer dizer “dar os pedaços da verdades que ambos precisam ouvir e me calar sobre o resto”.
O que acham? Varys não mente? ELe estava falando a verdade sobre Aegon a Kevan?
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


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Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.08.06 04:54 alltheholycrap Sem saida

Mais ou menos por essa época do ano há 3 anos atras foi a primeira vez que percebi que eu estava depressivo e até hoje não consegui achar uma direção para melhorar.
A historia é grande e isso é mais um desabafo do que qualquer outra coisa, então agradeço para aqueles que tiverem tempo e vontade de ler.
Tenho 32 anos, homem, casado e pai de um menino maravilhoso de 2 anos. Eu e minha esposa nos mudamos para o Canada a quase 8 anos atras e lutamos muito nos primeiros anos e tivemos uma vida bem puxada e bem ferrados de grana, com dois empregos e fora de casa das 9am as 2am praticamente todos os dias.
Minha esposa, principalmente sofreu muito no começo, pensando varias vezes de abandonar os planos e voltar para o Brasil mas fomos persistentes e conseguimos superar essa fase. Hoje somos residentes permanentes, temos carreiras razoáveis e uma vida confortável, embora ainda tenhamos problemas com grana, mas pelo menos trabalhamos as 8 horas por dia e não passamos fome.
Meus problemas começaram a mais ou menos 4 anos, não sei exatamente como começou mas a vida começou a perder a graça. Fiz algumas coisas para tentar reconquistar o gostinho de viver, mudei de carreira, fui para programação que é uma area que sempre me agradou muito e sempre fui confiante no que eu fazia, na minha inteligencia e me sentia preparado para encarar qualquer desafio mesmo com pouca experiencia.
Consegui meu primeiro emprego, fiquei muito empolgado e me dediquei bastante nos primeiros 6 meses e aprendi muitas coisas mas alguma coisa sempre estava faltando.
Enquanto estava nesse primeiro emprego minha esposa engravidou, já estávamos tentando a alguns meses, e foi uma época muito boa que ela estava com um humor maravilhoso e mesmo com as mudanças de rotina com o bebe em casa foi uma fase agradável, mas algo sempre tava errado. Eu não percebia na época mas meus amigos se afastaram, não só porque eu parei de procurar todo mundo com um bebe pequeno para cuidar mas também porque eu estava azedo, sendo grosso, pegando no pé dos meus amigos por coisas bobas, brigando por besteiras e fazendo comentários maudozos .
Quando o bebe já estava um pouco maior, voltei a procurar mais meus amigos, os que eu ainda tinha contato mas eu sinto que eu não sou mais o mesmo. Perdi o meu espirito divertido, nunca tenho vontade de falar com ninguém e não consigo mais me dedicar as amizades.
Fora isso, depois que passou a empolgação inicial da nova area, eu perdi a vontade de estudar, fazia o mínimo possível no trabalho por que não tinha mais vontade de fazer nada. Tenho um projeto paralelo que sinto que daqui a pouco meu socio vai pedir pra eu sair, porque mesmo eu amando a ideia do projeto me falta vontade de me dedicar.
Nos outros aspectos da vida eu não tenho vontade de comer, não consigo me concentrar em nada por mais de alguns minutos, não consigo fazer exercícios físicos, não consigo me abrir com as pessoas, parece que minha vida esta passando e eu não estou vendo, nunca lembro de nada, me sinto sozinho e nem mesmo minha esposa e familia fazem ideia o que se passa na minha cabeça. Não consigo mais contar quantas vezes por dia me passa na cabeça que sou um merda e todas as noites eu vou dormir pensando em como seria melhor eu me matar e acabar com isso logo, acho que se não fosse pelo meu filho que precisa de mim, já teria feito isso.
Já procurei ajuda de 3 psicólogos, nenhum me ajudou, sentia que eu falava mais o que eles queriam ouvir do que o que eu deveria estar falando e sai da consulta me sentindo pior do que como entrava. Tentei conversar com meu médico de familia aqui (não posso ir direto para um psiquiatra), ele me disse pra fazer exercícios de mindfulness e ter paciência que as coisas melhoram, , e eu sem a minima vontade de discutir acabei aceitando.
Ainda assim tentei colocar rotinas, fazer exercícios e tratar minha mente, nada nunca passou de poucos dias de vontade e caia no esquecimento, isso foi a mais de um ano atrás e nunca mais tive coragem de voltar pra dizer que não ajudou em nada, sei que ele vai achar que é besteira, vai falar alguma coisa pra eu me sentir ainda pior por ser tao fácil e eu não conseguir, e vou me arrepender de ter ido lá me ‘humilhar’.
Meu casamento não ajuda em nada, as vezes tenho duvidas se a minha esposa esta na mesma situação que eu ou se ela simplesmente parou de se importar comigo. É muitas vezes um relacionamento abusivo por parte dela, e eu por faltar coragem de encarar e brigar, fico calado, aceito a situação e acho que isso deixa a situação cada vez pior, eu fico puto, chateado e penso que nunca mais vou aceitar nada, no outro dia ela é querida e amável e eu penso que não vale brigar e assim as coisas estão indo a anos. Ela tem um temperamento difícil, não deixa nenhuma reclamação passar em vão e não perde a chance de apontar pra mim quando eu faço qualquer coisa errada e me jogar na minha cara que estou errado.
Sempre achei ela uma boa mãe e me deixava feliz ver como ela lidava com o nosso filho.
Assim que o COVID chegou por aqui ficamos de quarentena em casa, ela trabalha em uma escola que foi uma das primeiras coisas que fechou por aqui e eu trabalhava de casa, fui demitido junto com quase todo meu time assim que a empresa viu que o comercio iria fechar.
No começo encaramos como umas ‘ferias’ com a familia toda em casa e foi divertido, mas logo passou e a rotina se tornou muito difícil. Ela mal cuidava do nosso filho, estava sempre cansada e/ou com algum problema (dor de cabeça, dor nas costas, dor de barriga, chateada com alguma coisa, etc), o que me deixou muito sobre carregado cuidando do nosso filho praticamente sozinho, cuidando da casa, procurando emprego e tentando tocar meu projeto paralelo, meses se passaram assim e eu estava a beira de fazer alguma coisa mais radical.
A escola voltou a funcionar por aqui e nas ultimas 3 semanas eu tenho conseguido me ‘dedicar’ a procurar um novo emprego e tocar meu projeto, mas sinto que nunca estive tanto no buraco como estou agora.
Não consigo tocar nada do projeto, não consigo estudar por mais de alguns minutos por dia para as vagas que estou aplicando, não consigo mais conversar com a minha esposa, comecei a jogar como doido nos primeiros dias e agora nem isso tem graça. Simplesmente não sei o que fazer, to me sentindo mais sozinho, inútil, incompetente e sem futuro do que nunca.

Obrigado quem teve paciência pra ler isso tudo
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2020.07.27 04:51 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 4)

Todos os eventos do cerco a Ponta Tempestade formam um enredo ardilosamente planejado para vermos a transformação de Stannis de Senhor para Rei.
Como vimos, ainda que ele tenha se autoproclamado rei em Pedra do Dragão, Stannis se irrita ao ser chamado de Vossa Graça depois de saber da recusa dos Senhores da Tempestade em apoiá-lo (ACOK, Prólogo). Em seguida, quando Catelyn o chama de “Lorde Stannis” ao invés “Rei” ou “Vossa Graça”, Stannis ainda range os dentes, mas “não a incomodou com títulos” (ACOK, Catelyn III). Porém, após a morte de Renly, Stannis não esboça qualquer reação quando Cortnay Penrose o chama de Senhor (ACOK, Davos II).
Estes detalhes não são aleatórios e revelam a quantidade de confiança que Stannis vai adquirindo em seu destino e nas previsões de Melisandre. Eu fui um pouco precipitado ao terminar o último texto dizendo que Melisandre só passaria a usar Stannis depois de ele perder a Batalha da Água Negra. Os primeiros sinais de seus usos começam após a tomada de Ponta Tempestade. Como veremos, ainda que sejam sinais muito incipientes, estão lá.
Por outro lado, quando Stannis deixa de se sentir um pretendente que suplica o apoio de grandes senhores temos um pequeno vislumbre de como Stannis se comportaria caso viesse a assumir o governo dos Sete Reinos. Surpreendentemente, ele não é de modo algum o Stannis que Mindinho e Varys pintaram a Ned Stark no final de A Guerra dos Tronos.
Tudo ocorre em dois capítulos diferentes, Catelyn III e Davos II de A Fúria dos Reis. Os capítulos são tão parecidos que parecem narrar a mesma história duas vezes: Stannis está com Melisandre negociando termos no cerco, as negociações falham, os personagens POV prolongam o debate a procura de alternativas para o impasse e, por fim, a sombra de Stannis mata o adversário (no caso de Catelyn, a sombra surge no capítulo seguinte, mas acho que vocês entenderam...).
A narrativa, porém, não é a mesma, especialmente no que concerne ao personagem em questão. Em ambos os capítulos, o rei tem seus trajes observados por ambos os POVs. Reparamos que toda a sua roupa era muito simples, exceto nos adornos de poder – a coroa. No capítulo de Catelyn há menção às jóias na espada e no cinto que a carrega, que não se repetem no capítulo de Davos porque Stannis não a está carregando. Isso também é digno de nota, mas por razões diferentes.
De todo modo, o contraste entre os trajes e os adornos parece indicar que os últimos derivam de uma influência da mulher vermelha. Afinal, quando está fazendo uma comparação entre Stannis e Jon Snow, Melisandre critica o Lorde Comandante por levar uma vida espartana depois de ter ascendido ao cargo:
Nunca foi sábio para um governante evitar as armadilhas do poder, pois o poder flui em quantidades não pequenas de tais armadilhas.
(ADWD, Melisandre)
Entretanto, o que a repetida descrição dos trajes nos fala é que Stannis não mudou neste aspecto após ter reconquistado a lealdade dos Senhores da Tempestade. A mudança de Stannis é comportamental e política.
No encontro com Renly, ele apenas tem o apoio de Melisandre, enquanto Renly acha suficiente levar apenas Brienne. O Baratheon mais novo está ricamente vestido, acompanhado da porta-estandarte vestida em armadura azul, enquanto Stannis era acompanhado da mulher vermelha e trajava-se com simplicidade. A simbologia já denunciava a polaridade.
No encontro com Penrose, no entanto, o rei defronta seu adversário cercado de nobres com armaduras garbosas, a ponto de o próprio Stannis parecer “deslocado naquela companhia rica e régia”, salvo pela coroa, que lhe emprestava “um certa grandeza” (ACOK, Davos II). Caso não estivesse cercado por estes senhores, é bastante possível que não houvesse grandes contrastes entre Sor Cortnay e o rei Stannis.
A forma como o Rei do Coração Flamejante entra na negociação também difere nas duas cenas. Com rei Renly, Stannis inicia o debate com a intenção de ser mais brando com o irmão do que havia anunciado:
– Não negociarei com Renly – respondeu Stannis num tom que não admitia discussão. – Pelo menos enquanto ele se disser rei.
(ACOK, Prólogo)
– Não tenho qualquer querela com Renly, se ele se mostrar respeitador. Sou seu irmão mais velho, e seu rei. Desejo apenas o que é meu por direito. Renly deve-me lealdade e obediência, e pretendo conquistá-las. Dele e desses outros senhores […].
(ACOK, Catelyn III)
Entretanto, conforme rei Renly demonstra a intenção de debochar e humilhar o irmão (que também o insulta severamente, diga-se de passagem), este expressa arrependimento em ter deixado o irmão mais novo sequer abrir a boca:
– Jurei que nunca lidaria com você enquanto usasse sua coroa de traidor. Gostaria de ter mantido essa promessa.
(ACOK, Catelyn III)
Vale ressaltar, todavia, que Stannis já demonstrou aqui não ser a pessoa inflexível que falam que ele é. Renly está sendo tão intransigente quanto ele e ambo estão oferecendo a senhoria de Ponta Tempestade um ao outro. O grande problema com Renly é que ele não tem nenhum pudor em reconhecer a ilegalidade do que está fazendo, especialmente porque ele mesmo admite não acreditar na bastardia de Joffrey, Myrcella e Tommen:
Nunca suspeitei que fosse tão esperto, Stannis. Se ao menos fosse verdade, seria realmente herdeiro de Robert.
Se ao menos fosse verdade? Está me chamando de mentiroso?
Pode provar alguma palavra dessa fábula?
Stannis rangeu os dentes.
(ACOK, Catelyn III)
Ao não reconhecer as acusações de bastardia dos filhos de Cersei, Renly não só está reconhecendo que está pulando o irmão mais velho, como está admitindo sem vergonha alguma que pretende usurpar o Trono de quem ele mesmo pensa serem os herdeiros legítimos de Robert.
Diante de tudo isso, Stannis ameaça raivosamente o irmão e chega a puxar sua espada para o irmão que carregava apenas um pêssego. Essa precipitação para a arma dá lugar a uma explosão de raiva e ameaças que encerra as negociações com um tom funesto. Mais tarde, Stannis diria que o pêssego do irmão seria uma memória que levaria para a tumba, alegando que não conseguia entender o seu significado.
Apesar de que GRRM já tenha dado uma explicação para o que Renly queria com o gesto, eu tenho para mim que a razão que a experiência tenha causado forte impressão em Stannis foi a realização de que ele quis a morte de Renly a partir daquele instante. Mas a realização do seu desejo acabou custando muito de sua paz de espírito e o preenchendo com a culpa, por mais que ele procure ativamente se convencer de que não teve nada com o ocorrido:
Basta! – Stannis retrucou. – Foi vontade do Senhor da Luz que meu irmão morresse pela sua traição. Quem cometeu o ato não importa. [...]
Se alguém dissesse que eu tinha me transformado num javali para matar Robert, provavelmente acreditariam nisso também.[...]
Só Renly conseguiria me irritar tanto com um pedaço de fruta. Ele condenou-se a si próprio com a traição que cometeu, mas eu gostava dele, Davos. Sei disso agora. Juro, irei para a cova pensando no pêssego do meu irmão.
(ACOK, Davos II)
Outro fato que eu acho que pesa na consciência de Stannis é que, por mais que ele propague aos quatro ventos que sua cruzada pelo Trono não motivada pela ambição, mas pelo dever, nos sabemos que isso não é verdade.
O Rei do Coração Flamejante é lembrado por dizer que, embora não tenha escolhido ser rei, esse tipo de questão não tem relação com a vontade. Mas isso é o que ele fala quando ele é o beneficiário da situação. Quando outra pessoa é a agraciada com títulos, Stannis pensa diferentemente, como ele deixou claro para Catelyn:
[…] Eu é que devia ter sido Mão de Robert.
Isso foi vontade de seu irmão. Ned nunca quis o cargo.
Mas o aceitou. Aquilo que devia ter sido meu. Mesmo assim, dou-lhe minha palavra, terá justiça por seu assassinato.
(ACOK, Catelyn III)
Assim, quando passou a ser atormentado com pesadelos vívidos em que assassinava seu irmão, rei Stannis deve ter passado a achar mesquinhos os motivos que o levaram a utilizar dos poderes de Melisandre.
Diga-se de passagem, o simples fato de Stannis ter lançado mão de feitiçaria para eliminar Renly e Cortnay deveria ser suficiente para desmontar a sua fama de homem honrado. Requer uma grande dose de hipocrisia para que até mesmo o próprio Stannis acredite que não maculou sua autoimagem.
Na verdade, neste capítulo vemos o próprio Stannis informar o leitor que sua tão reverenciada imagem de homem rígido, justo, austero e cumpridor do dever convencia muitos, mas não a seus irmãos. De fato, Stannis justifica não ter levado suas suspeitas da bastardia dos filhos de Cersei a seu irmão mais velho porque Robert poderia desconfiar dele:
A consideração que meu irmão tinha por mim nunca passou de dever – Stannis respondeu. – Vindas de mim, tais acusações pareceriam impertinentes e interesseiras, uma maneira de me colocar em primeiro lugar na linha de sucessão. [...]
(ACOK, Catelyn III)
Mas, justiça seja feita, talvez esta desconfiança tenha sido desenvolvida quando Stannis criou o hábito de suplicar a Robert que Ponta Tempestade lhe fosse passada, de modo que tudo pode não ter passado de uma desconfiança tola de Robert.
E Stannis sempre se sentiu espoliado de Ponta Tempestade – Cersei disse, pensativa. – A sede ancestral da Casa Baratheon, legitimamente sua… Se soubesse quantas vezes foi até Robert para cantar essa canção tediosa naquele tom sombrio e ofendido que tem. Quando Robert deu o lugar a Renly, Stannis apertou tanto os dentes que pensei que fossem se estilhaçar.
(ACOK, Tyrion III)
De todo modo, o que estou especulando é que a culpa esteja pesando forte na consciência de Stannis, a ponto de que o subconsciente esteja dando combustíveis aos pesadelos sobrenaturais que lhe tiram o sono. Porém, nem mesmo isso parece ter sido suficiente para impedir o Rei e Melisandre de empregarem o mesmo truque novamente 15 dias depois.
A dinâmica com Sor Cortnay Penrose não repete os mesmos problemas e questões havidos com Renly, mas tem o mesmo desfecho. Ainda assim, curiosamente, Stannis parece menos ávido em matar Cortnay.
Não só a conversa termina em ameaças mais amenas do que o ultimato na ponta da espada proferido contra Renly, como Stannis passa o capítulo quase inteiro buscando alternativas de como lidar com o cavaleiro de forma limpa – mesmo já sabendo de antemão que poderia utilizar as sombras de Melisandre.
O castelo cairá. Mas, como fazê-lo rapidamente? – Stannis cismou com aquilo por um momento. Sob o ritmado clac-clac dos cascos, Davos conseguia ouvir o tênue som do rei rangendo os dentes. – Lorde Alester insiste para que traga aqui o velho Lorde Penrose. Pai de Sor Cortnay. Conhece o homem, creio? [...]
O que você me aconselharia a fazer, contrabandista?
(ACOK, Davos II)
Por que Stannis estava mais diplomático com Sor Cortnay do que com o próprio irmão?
Poder-se-ia alegar, em primeiro lugar, que o ritual para matar Renly havia tido um custo muito alto que o rei não desejava pagar novamente. E, com efeito, Davos nota um envelhecimento muito preocupantes de seu suserano.
E ele também parece meio cadavérico, anos mais velho do que quando parti de Pedra do Dragão. […] visto de perto, Stannis parecia pior do que Davos julgara de longe. Seu rosto tinha se tornado macilento, e possuía círculos escuros sob os olhos.
(ACOK, Davos II)
Outra razão que podemos arguir seria que Sor Cortnay era um homem fiel a seus princípios e tão teimoso quanto o próprio Stannis. Assim, o rei estava prestigiando um homem de nascimento não tão alto quanto seu irmão por conta de sua o cavaleiro estava assumindo o papel que o próprio rei havia feito no passado, com a mesma tenacidade.
Por fim, penso que é possível especular que Stannis estava mais confortável agora que Melisandre havia lhe dado os 20 mil homens que prometeram. Com uma única tacada, Melisandre deixou o rei mais confiante em suas leituras das chamas e saciou sua sede por apoio.
Qualquer que seja o motivo, os diálogos entre Davos e o rei nos dão uma dimensão de Stannis que não havíamos experimentado até então. Vemos Stannis mais calmo, agindo no comando de vassalos de sua própria região que o haviam traído e recusado em prol de um notório usurpador. Guardadas as devidas proporções, são as mesmas circunstâncias em que Stannis assumiria o governo do reino caso sentasse no trono e ele não sai fazendo justiça cega como alardearam Varys e Mindinho a Ned Stark.
Na verdade, Stannis se mostra incrivelmente flexível e pragmático. O rei fala que concede perdões que o enojam somente para obter apoio.
Os senhores meus vassalos são inconstantes até em suas traições. Necessito deles, mas deve saber como me enoja perdoar gente assim quando puni homens melhores por crimes menores.
Até mesmo a inutilidade dos conselhos dos novos súditos é encarada pelo rei com simples tom de escárnio e uma boa dose de permissividade.
As mulas adoram o som de seus zurros, por que outro motivo? E eu preciso delas para puxarem minha carroça.
A pessoa que vemos e ouvimos em nada se parece com o homem verdadeiramente justo que Varys nos acautelara a temer. Na verdade, Stannis reflete sobre a justiça que aplicou a Davos, em razão da vida de crimes deste, mas não se propõe a nenhum ato real além de dizer que não se esquecerá da ofensa.
Um bom ato não lava os maus, e um mau não lava os bons. Cada um deve ter sua recompensa. Você foi um herói e um contrabandista – olhou de relance para trás, para Lorde Florent e os outros, cavaleiros do arco-íris e vira-casacas, que o seguiam a distância. – Aqueles senhores perdoados fariam bem em refletir sobre isso. Homens bons e leais lutarão por Joffrey, considerando-o erroneamente o legítimo rei. Um nortenho até pode dizer o mesmo de Robb Stark. Mas estes senhores que se reuniram aos estandartes do meu irmão sabiam que ele era um usurpador. Viraram as costas ao seu legítimo rei por nenhum motivo melhor do que sonhos de poder e glória, e eu tomei nota do que eles são. Perdoei-lhes, sim. Estão desculpados. Mas não esqueci.
Por fim, quando nenhuma se alternativa melhor do que a feitiçaria se apresenta, Stannis volta a depositar a questão nas garras de seu “falcão vermelho”, que estava certo e lhe trouxe 20 mil homens. A confiança na sacerdotiza fica tão alta que Stannis se permite pela primeira vez reproduzir o discurso cíclico R’hllorista.
Há luzes que lançam mais do que uma sombra. Ponha-se em frente da fogueira da noite e verá por si próprio. As chamas mudam e dançam, nunca estão quietas. As sombras crescem e encolhem, e cada homem lança uma dúzia. Algumas são mais tênues do que outras, é tudo. Pois bem, os homens lançam também as suas sombras sobre o futuro. Uma sombra ou muitas. Melisandre vê todas.
[…] Será possível que Sor Cortnay procure uma maneira de se render com honra? Mesmo que isso signifique sua vida?
Uma expressão perturbada cruzou o rosto do rei como uma nuvem passageira.
O mais provável é que planeje alguma traição. Não haverá nenhum combate de campeões. Sor Cortnay estava morto antes mesmo de arremessar aquela luva. As chamas não mentem, Davos.
E no entanto precisam de mim para que se tornem verdadeiras, pensou. Há muito tempo Davos Seaworth não se sentia tão triste.
Quando Ponta Tempestade finalmente cai para as sombras assassinas de Melisandre, ficamos sabendo em segundo mão que Stannis concedeu a Melisandre permissão para queimar “o bosque sagrado em Ponta Tempestade como oferenda ao Senhor da Luz” (ACOK, Tyrion XI). Essas pequenas permissões se parecem bastante com os mimos que Victarion Greyjoy pensa estar fazendo a Moqorro cada vez que o sacerdote o ajuda a capturar um navio.
Portanto, a influência da mulher vermelha sobre Stannis vem crescendo conforme ela se mostra eficiente, de forma que Melisandre vai se tornando cada vez mais exigente em seus mimos.
Por fim, quero propor uma reflexão: Por que Cortnay Penrose se negou a entragar Edric Storm a Stannis?
– O bastardo do meu irmão deve ser entregue a mim.
– Neste caso, minha resposta continua a ser não, senhor.
(ACOK, Davos II)
­ Ele acha que Stannis fará algum mal a Edric? Ou tem a ver com o nojo que Stannis sente por bastardos (ou por aquele bastardo em específico)?
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2020.07.25 04:25 YatoToshiro Ultradimension Games #5 - Mary Skelter: Nightmares


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Alice: Alice é membro das Blood Maidens. Nascida como uma Blood Maiden, Alice era capaz de matar Marchens com apenas as mãos nuas em tenra idade. Devido a essa habilidade e ao fato de seus olhos mudarem de cor quando ela é exposta ao sangue de Marchen, ela foi rotulada como um monstro e foi temida e abusada por seus colegas. Depois que Jack a protegeu de seus atormentadores, Alice formou um forte apego a ele. Quando Marchens atacou sua vila, Alice e Jack foram capturados e presos na área das ruas da cidade na cadeia.
Bom ela é a Protagonista do jogo então falar dela é spoiler.
Red Riding Hood Red Riding Hood é o primeiro e líder das Blood Maidens.
Ela é uma garota de sangue quente que corre pela prisão para cumprir sua missão, como demonstrado quando ela sai para salvar Alice. Devido ao seu comportamento ardente, porém imprudente, as pessoas ao seu redor às vezes entram em pânico.
Ela gosta de Jack por ter a coragem de enfrentar os habitantes de Jail e gosta de ter alguém para manipular.
Sua libido de sangue a inclina a usar algo sobre a cabeça. Ela se sente desconfortável com a ideia de que seu capuz seja rasgado ou arranhado e, se precisar removê-lo por razões como limpeza, sua frente confiante se deteriorará rapidamente.
Gretel: Uma jovem curiosa, mas o que não lhe interessa, encontra falta de emoção. Ela tem o hábito de falar sem visões morais.
Ela parece ter interesse em Jack, vendo-o como uma pessoa de boa índole. Por não ter bom senso, ela diz coisas que fazem até as Donzelas de Sangue se encolherem, mas ela parece bem com isso, e pode até gostar das reações deles.
Relacionamentos: Hansel: Hansel é seu irmão e o protetor de sua casa na área do dormitório. Embora ela não seja excessivamente expressiva do relacionamento deles, ela se sente genuinamente triste com a morte dele, a ponto de quase entrar no Blood Skelter.
Jack: Jack é um indivíduo incomumente gentil. Isso interessa a Gretel, pois ele relutou em lutar com Hansel com a revelação de seu relacionamento e a inteligência de Hansel. Ele também é um bom sujeito de teste sempre que ela tem uma poção ou experimento.
Alice: Enquanto Gretel vê Alice como uma camarada em "perceber o mundo com lógica" em oposição ao resto do "pensamento baseado em emoções" da Equipe Sangrenta, os dois frequentemente discutem, principalmente quando os valores de Gretel se chocam com o senso comum da sociedade.
Rapunzel: Rapunzel é frequentemente visto com algum tipo de comida, mas Gretel sempre parece seguir sempre que o primeiro tem doces de qualquer tipo. Gretel tem o hábito de encarar Rapunzel para forçá-la a comer doces.
Sleeping Beauty: A Sleeping Beauty é um membro das Blood Maidens, a irmã mais nova de Thumbelina e Snow White e aquele com o comportamento mais embaraçoso. Mais frequentemente, suas ações e comportamentos sem objetivo confundem Jack sem fim. Apesar disso, ela oferece a mão (e a extensão, os seios) a Jack quando ele precisa de ajuda. Ela raramente fala com palavras, freqüentemente balançando ou acenando com a cabeça em resposta ao que os outros dizem. No entanto, quando ela fala, sua voz soa sonolenta.
Snow White: É um membro das Blood Maidens e a irmã do meio de Thumbelina e Sleeping Beauty. Ela é uma pessoa gentil, tratando frequentemente as pessoas ao seu redor com a maior compaixão e cuidado. Ela fala com Jack - que geralmente está preocupado com as outras garotas - de uma maneira gentil e tenta ajudá-lo a realizar suas tarefas. No entanto, devido à sua natureza desajeitada, as coisas nem sempre correm como o planejado.
Por alguma razão, seja por sua falta de autoconfiança ou por causa e efeitos, ela tem medo de se olhar no espelho.
Thumbelina Thumbelina é membro das Blood Maidens e a irmã mais velha de Sleeping Beauty e Snow White. Ela se orgulha de ser a mais velha do grupo, muitas vezes sendo rigorosa com Jack e repreendendo-o. Mesmo nos momentos em que Jack realiza uma tarefa ou faz algo meritório, ela não pode elogiá-lo, o que faz com que ela pareça tímida às vezes.
Thumbelina pode ser melhor descrita como uma "tsundere", ou alguém que tende a se movimentar entre uma frente hostil e uma gentil, principalmente no que diz respeito a expressar qualquer tipo de sentimentos afetuosos.
Sua libido no sangue se manifesta como uma inclinação para se enroscar em um espaço pequeno por várias razões, do mal ao medo. Geralmente o primeiro, como sua personalidade tsundere resulta em ela ser incapaz de expressar seus sentimentos ou até mesmo colocar o pé na boca.
Relacionamentos Sleeping Beauty e Snow White: Como a mais velha das irmãs, Thumbelina se sente obrigada a mostrar seu melhor exemplo para que elas e todos os outros vejam.
Red Riding Hood: Embora a RRH possa ter a antiguidade como uma Blood Maiden do Amanhecer, Thumbelina se orgulha de ser a mais velha cronologicamente. Embora ela não se importe com a RRH por ser a irmã mais velha da Equipe de Sangue ou algo assim, ela não vai segurar a língua de alguém com antiguidade.
Jack: Como o único homem da equipe de sangue e um ativo valioso para evitar Blood Skelter, apesar de sua falta de capacidade de combate, Thumbelina tem alguns sentimentos confusos em relação a ter Jack por perto. A maior parte disso decorre de como Jack sempre parece entrar nas situações mais embaraçosas com as outras Donzelas de Sangue, embora ela fique particularmente irritada quando são suas irmãs que acabam nesse momento.
Rapunzel: Rapunzel é o membro mais jovem das Blood Maidens e é conhecida por suas longas tranças loiras. Ao encontrar Jack, ela assume que ele é a ração de emergência do grupo e passa a roê-lo. Apesar disso, Jack passa a cuidar dela e brincar com ela, fortalecendo ainda mais o vínculo deles.
O lugar favorito de Rapunzel para dormir é no peito da Bela Adormecida, com quem ela costuma ser vista dormindo.
Kaguya: Kaguya é um membro das Blood Maidens e é conhecida por sua atitude preguiçosa. Devido à sua personalidade letárgica, ela constantemente se esconde no quarto. Ela também monta um grande veículo chamado "Bamboo No.1" como um meio de se mover e lutar. Apesar disso, ela mal move seu próprio corpo e não luta até que suas demandas sejam atendidas.
Ela é magra por ser uma pessoa que não faz nada, mas suas roupas escondem uma figura significativamente dotada, para grande desgosto de garotas como Alice e Thumbelina.
Apesar de seu comportamento preguiçoso, ela pode - ou não - ter a capacidade de liberar o "Truant Seven Tools" de sua saia.
Sua imensa preguiça e fixação em tesouros é provavelmente o resultado de sua libido no sangue.
Jack: Jack é o principal protagonista de Mary Skelter: Nightmares. Ele é um Blood Youth, capaz de utilizar seu sangue para reverter os efeitos do sangue de Marchen nas Blood Maidens.
Jack é gentil, mas tímido, quase um capacho quando se trata de interações como as de Kaguya ou Thumbelina. Ele é propenso a crises de autodepreciação devido à sua falta de capacidade de contribuir para os esforços de Dawn. Há momentos em que ele se sente exasperado ou até um pouco irritado, principalmente quando se envolve em discussões entre as Donzelas de Sangue.
A libido de sangue de Jack se manifesta como um desejo de escalar lugares altos, o que no jogo se torna um desejo de subir a cadeia. Comparado com as outras Donzelas, essa Libido de Sangue não afeta abertamente a personalidade de Jack.
O comportamento prestativo e gentil de Jack permanece até como um pesadelo, embora isso seja parcialmente frustrado por sua aparência e seu discurso agora diminuído. Isso parece estar em desacordo com a sua natureza como um pesadelo, onde toda batalha é uma luta para Jack evitar atacar tudo. Enquanto as outras Donzelas de Sangue e personagens podem entender parcialmente seus murmúrios, apenas Otsuu parece ser capaz de entender o contexto completo do que Jack tenta dizer.
Jack parece ter se tornado um pouco confuso desde que se tornou um Pesadelo, ocasionalmente saindo da festa para pegar itens aleatórios, embora isso às vezes resulte em presentes que as Donzelas de Sangue desfrutam.
Relacionamentos: Alice: Após a infância e prisão em comum, Alice passou a ver Jack como mais ou menos o único motivo para continuar vivendo, quanto mais lutar por Dawn. Ela mostra uma tendência a se defender imediatamente quando os outros o atacam por várias ocorrências, exceto quando ela se envolve em uma discussão e Jack passa. Então ela insiste que Jack fique do lado dela da questão. Se Jack for ferido ou sequestrado, Alice será a primeira a ajudá-lo, para o bem e para o mal.
Red Riding Hood: Ela vê Jack como um irmão mais novo com algumas tripas sérias para desafiá-lo na Cadeia, embora ela acredite que ele tem o hábito de se meter em problemas.
Thumbelina: As relações de Thumbelina com Jack são um pouco complicadas, dado o grande número de vezes que ela testemunhou Jack no que pode ser descrito como eventos de "tarado sortudo" e sua propensão a (inadvertidamente) seduzir garotas. Ela admite que Jack tem seus momentos confiáveis.
Kaguya: Kaguya é inicialmente neutra para Jack, na melhor das hipóteses, dada sua falta de inclinação em relação a qualquer tipo de esforço ou interação social. Mais tarde, ele evolui (?) Para Kaguya vendo Jack como uma espécie de criado de plantão.
Gretel: Gretel vê Jack como um garoto extraordinariamente gentil, dada sua relutância em lutar contra Hansel. Ele também é um bom sujeito de teste sempre que ela tem uma hipótese ou poção para experimentar.
Rapunzel: Como a pessoa que alimenta seus doces, Rapunzel vê Jack como uma boa pessoa que lhe dá comida saborosa.
Hameln: Como a pessoa preciosa de sua "senhora" Alice, Hameln vê Jack como alguém que precisa de proteção.
Hameln: Hameln é impetuosa e barulhenta, referindo-se a si mesma como o Rei Demônio, embora seu insulto ocasionalmente atrapalhe suas palavras. Por alguma razão, ela se apega a Alice, chamando-a de "senhora" e cumprindo suas palavras com obediência gaguejante.
Hameln é mais ou menos um "personagem secreto", mas ela é obrigada a obter o True Ending para este jogo. Primeiro, Jack precisa fazer o Mary Gun Reverser, dando um motor hidráulico chique a Haru. Este evento está disponível apenas quando todas as Donzelas de Sangue baseadas no enredo tiverem sido recrutadas. Em seguida, o jogador deve ir a um ponto do evento que aparece na Área 3 das Ruas da Cidade. Isso leva à área da Caverna Subterrânea.
Ao entrar na caverna subterrânea, Hameln fica na entrada, sem vontade de sair do caminho. A festa percebe seus olhos rosados e tenta diplomacia, mas ela permanece calada e ataca. Depois de derrotá-la, Hameln não acredita na sua perda antes de se apresentar. Um breve argumento segue antes que Hameln se acalme rapidamente, depois responde às perguntas da festa dizendo que não há núcleos ou Pesadelos aqui. Gretel leva um momento para mexer com Hameln antes de ser parado por Alice. Hameln então declara que se tornará amiga de todos por uma questão de proteger Alice e se junta à festa.
_________________________________________________________ Curiosidades: Apesar disso ser OBVIO vou falar agora as referencias das personagens. Jack = João e o Pé de Feijão. Alice = Alice no País das Maravilhas Red Riding Hood = Chapeuzinho Vermelho Sleeping Beauty = Bela Dormecida Snow White = Branca de Neve Thumbelina = A Polegarzinha Gretel = Maria. No Brasil = João e Maria. Alemanha = Hansel und Gretel A versão Original de João e Maria.
Kaguya = Princesa Kaguya em Conto do Cortador de Bambu. Uma narrativa popular japonesa do século X,
Hameln = Hamelin (em alemão: Hameln) é uma cidade da Alemanha no estado de Baixa Saxônia (Niedersachsen), capital do distrito de Hamelin-Pyrmont. Hamelin é cortada pelo rio Weser e localiza-se na região de colinas (Weserbergland) muito procurada por turistas andarilhos e ciclistas
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2020.07.23 16:47 Chuteiraamassada Reprovado na CNH

Outra vez fui reprovado na prova de direção, com essa agora junto, pasmem, quatro vezes. Eu estou cansado psicologicamente para esse exame, eu fui tão confiante e na hora tudo que o examinador sabia era falar erros que eu estava cometendo. Eu estava tão calmo, dirigindo como normalmente eu faço nas aulas, no final ele me mandou treinar mais e me falou que eu não estava preparado. Estou tão triste. Agradeci ele meio sem graça. O mesmo homem que me reprovou duas outras vezes. Ele no começo me mandou -ligar o carro antes de colocar o ponto porto- isso está tão errado né? Mas só depois eu percebi e nem iria contestar ele. Ele parece ser arrogante. Aff, minha pauta tá vencendo.
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2020.07.23 16:25 Nihilist4K Narcisismo, e o desejo que não pinga.

Conheci ela no Tinder. Estamos conversando por aproximadamente duas semanas agora e, até então tem ido tudo bem, eu acho... Nós conversamos geralmente durante o período da noite, entre as 00:00 e 05:00 da manhã, ela é estudante e eu faço home office com base em metas, então não temos uma rotina muito comum mas esse horário tem sido confortável para nós dois.
Eu vi isso tudo vindo, aconteceu tão rápido. A sintonia foi perfeita, assim como água no copo. Mas entre as emoções, há alguém dentro de mim que não dorme tranquilo.
A nível de contexto, eu sempre fui muito seguro da minha personalidade, sempre fui muito sociável e confiante; sempre achei fácil fazer amigos e me relacionar com parceiras, vejo eu, que esta auto confiança vêm da minha capacidade comunicativa, não por ser sofisticada ou diferente, nada disso...mas por ser interessante. Eu me vejo de forma involuntária fazendo perguntas intimas a respeito da personalidade das pessoas, e as vezes por carência ou por própria terapia elas me respondem genuinamente e demonstram muito interesse em me compartilhar as coisas. Mas eu não sei o quão bom uma relação quase "terapeuta" com "paciente" pode levar onde eu quero. Não sou psicanalista, não conduzo a nada, apenas faço, como algo cotidiano. As vezes eu acho que isso faz de mim amigo demais. Sim, eu tentei outras coisas, outras abordagens ou assuntos mais rasos. Mas nada parece despertar tanto o interesse da desejada quanto perguntas de estima e comportamento. Não tenho o dom para o humor, e essas fórmulas de auto-ajuda me parecem muito artificiais e pouco envolventes. Tenho me questionado sobre essa tal "capacidade comunicativa". O quão limitada ela realmente é, e o quão longe eu consigo ir fazendo papel de homem interessante sofisticado.
Talvez eu me iluda a respeito de minha própria imagem, ou me iluda da forma com que ela me enxerga. Talvez ela genuinamente goste de mim por ser assim, ou talvez ela me veja com olhos diferentes dos meus, diferente de um espelho, com outras intenções, sabe?! Desconfiar do espetáculo das imagens é privilégio de um olhar que vai além da imagem. Narcisismo encarna, também, a problemática do desejo: somos humanos, não somos deuses. Desejaríamos ser? Talvez. Ser filho de humanos desdobra-se em sermos tecidos pela falta, pelo sofrimento que precede também da dor de ser e vivenciar a finitude e imprime a possibilidade de conviver com o trágico, com frustrações inerentes a uma ética do desejo. A frustração que permite ser o que se é, sem desejar ser o que não se é. E desejo, desejo é concreto, nunca abstrato.
Apenas um desabafo como libertinagem...
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2020.07.16 16:26 fobygrassman ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE

ENCONTRE COROAS CASADAS HOJE Conheça coroas, MILF's, e Mulheres Maduras brasileiras reais em menos de 2 horas, garantido!
Como Pegar Uma Coroa no Brasil Escrito por uma coroa verdadeira casadas
Quero namorar com uma coroa casada! Como eu namoro com uma coroa? Quais são os melhores sites de namoro de coroas? MILFs e coroas são a mesma coisa?
Não sei dizer quantas vezes já ouvi esta pergunta como especialista em namoro.
Originalmente minha resposta foi simples, pesquise no google sites de namoro de coroas e se compromete com um casal que você goste.
No entanto, há um grande problema com sites de namoro de coroas que afirmam ser focado em torno de mulheres maduras, MILFs, e coroas que estão buscando um homem mais jovem (referido como um "boytoy" ou "filhote".....
Eles não funcionam! E aqui estão 4 razões para isso: Não se preocupe, eu também lhe direi a melhor maneira de garantir um encontro com uma coroa casada ;)
  1. Não há coroas suficientes para dar conta Isto sobre isso, pumas são uma das categorias mais populares de pornografia. Em 2018 foi mostrado que "milf" foi a terceira coisa mais procurada em sites pornográficos. Cada jovem tem uma fantasia de mulher mais velha, mas quantas mulheres mais velhas você acha que estão assistindo a esses vídeos?
  2. A competição é grande! Para cada 1 coroa há 10-20 homens jovens tentando chamar sua atenção. Suas caixas de entrada estão cheias de mensagens não lidas. Minha tia é uma coroa autoproclamada, ela se inscreveu para um site de namoro de coroas uma vez, depois de obter +100 mensagens em seu primeiro dia ela nunca voltou. Então, se você é um cara jovem à procura de uma coroa você vai encontrar alguma competição séria. Pegando sua atenção é quase impossível e mesmo se você conseguir não há nenhuma garantia que ela vai estar interessada.
  3. Coroas não precisam do site Como eu mencionei antes, coroas são muito procuradas. Elas podem gritar pela janela e conseguir uma fila de caras. As coroas são mais propensas a namorar ou dormir com alguém que elas conhecem pessoalmente, elas são da antiga assim. Então, boa sorte competindo com o seu piscineiro, jardineiro, ou filho de amigos enquanto você é apenas um cara da internet
  4. Você precisa estar entre 24-29 para ter uma chance Já existe uma quantidade gigantesca de competição, mas a situação piora. Se você não está entre 24-29 você está em uma desvantagem séria. Uma pesquisa recente de coroas determinou que a idade ideal para um boytoy é 26 anos e a faixa etária média que elas poderiam até mesmo CONSIDERAR está entre 24-29. Há obviamente umas exceções mas são uma porcentagem pequena de um grupo já pequeno.
Disse a verdade sobre sites de encontros de coroas, mas provavelmente ainda está perguntando; OK, eu concordo que os sites de namoro de coroas são um desperdício de tempo, mas o que eu faço em vez disso?
Bem, você está com sorte porque há um pequeno truque muitas vezes negligenciado para aqueles que procuram coroas, sites de infidelidade! Isso mesmo, sites de traição são ótimos para encontrar coroas.
Estão aqui 6 razões porque os sites de traição ganham de sites de coroas para encontrar mulheres maduras:
  1. A grande maioria das mulheres lá são casadas, o que significa que a idade média é de cerca de 37-38 anos, a idade de coroa ideal!
  2. Você está competindo com caras mais velhos Esta é uma vantagem em tantas maneiras. Em primeiro lugar, você vai se destacar de todos os outros caras devido à sua juventude e condicionamento físico. Imagine uma coroa gostosa procurando através de homens perto dela e vendo foto após foto de caras velhos, fora de forma. Homens como seus maridos, que não as satisfazem.... Aí eles vêm através de seu perfil! Você é jovem, você está em forma (especialmente em comparação), e você está confiante. As chances de ela escrever a você é muito maior do que as chances de uma MILF se quer RESPONDER a você em um site de coroa.
  3. Elas não estão à procura de relacionamentos Elas estão em um site de traiçao de casado por isso está muito implícito que elas querem discrição e um relacionamento principalmente sexual. Isto significa que além da primeira ou segunda reunião você é basicamente o seu peguete.
  4. Você pode se destacar com uma foto de perfil! Em sites de traição a maioria dos usuários não tem uma imagem de perfil público de seu rosto. O que é típico é uma foto de corpo como seu retrato público do perfil e então fotos reveladoras em sua galeria privada. Podem compartilhar e revogar o acesso a esta galeria com sua própria discrição com quem quer que elas querem. Entretanto já que você provávelmente solteiro você pode criar um perfil com uma foto pública que inclua sua cara. Isso vai fazer você se destacar 100x vezes mais. As chances são que as mensagens virão antes mesmo de você precisar se apresentar.
  5. Elas etsão solitárias e insatisfeitas com seus maridos. Elas estão em site de infidelidade porque carece atenção de seus maridos. Normalmente, o marido começa a tratá-las como mãe/esposa e já não como um ser sexual. Esta é a sua oportunidade de dizer que elas ainda são sexy e ainda muito desejáveis e acredite que elas precisam/querem ouvir isso desesperadamente.
  6. Elas estão prontas para explorar sexualmente. Estas mulheres estão casadas há anos e o pouco sexo que têm com os seus maridos tornou-se mecânico e "baunilha". Elas estão prontos para apimentar as coisas e são maduras o suficiente para tentar novas experiências sexuais como: BDSM, ménage à trois, dominatrix, etc.
Ok, agora você provavelmente está pensando, "OK, você me convenceu de que os sites de infidelidade são 100x melhores para pegar coroas, mas como eu faço para realmente encontrar uma coroa?" Não se preocupe, siga estas 7 dicas e você vai aumentar drasticamente suas chances de encontrar uma coroa ou MILF em um site de casos.
7 Dicas Para Pegar Coroas Nota: algumas destas dicas são para o uso em sites de traição e algumas são dicas gerais
  1. Mencione a discrição no seu perfil e na sua primeira mensagem. Estas coroas são casados e estão à procura de parceiros casados porque isso garante que ambas as partes serão o mais discreto possível. Assumindo que você não é casado ou comprometido elas vão precisar de segurança de que você é discreto e confiável imediatamente. Considere escrever algo em seu perfil que diz:
"A discreção é muito importante para mim. Eu estou procurando somente parceiras discretas que são mutuamente respeitosas". 2. Mostra que não vai pôr em risco o seu casamento A outra preocupação que as coroas casadas que procuram homens têm é que você homens mais jovens são rápidos para se apaixonar e podem representar uma ameaça ao seu casamento no futuro. Elas não querem estar em uma posição onde você está exigindo que elas se divorciem de seu marido para que ambos possam estar juntos. Elas estão em sites de traição porque elas NÃO querem se divorciar. Assim o que eu recomendo é pôr algo assim no seu perfil e/ou primeira mensagem:
"Não olhando para mudar seu status ou meu, apenas olhando para ver se eu posso encontrar uma boa conexão com limites claramente definidos". 3. Você está disponível! Uma das coisas mais difíceis de se ter um caso é a disponibilidade. Se ambas as partes estão em relacionamentos é muito, muito difícil encontrar um momento em que AMBOS podem fugir de seus cônjuges sem levantar suspeitas. Mesmo quando você concorda sobre um tempo e um lugar, algo pode surgir e um de vocês pode não ser capaz de ir. A boa notícia é que você pode trabalhar em torno de sua programação. Este é um grande bônus então deixe que ela saiba disso! Ela pode nem mesmo perceber o quanto problema programação é se esta é a sua primeira vez traindo. Diga que já que você é solteiro você pode encontrá-la sempre e onde é melhor para ela.
  1. Mostre a ela que você respeita limites. Na verdade, diga a ela que você está ansioso para ouvi-los. Novamente, coroas casadas precisam de discrição e a melhor maneira de ser discreto é estabelecer limites. Pergunte a ela se há alguma regra de discrição que ela precise que você siga. Muitas vezes, são coisas como "não me escreva entre 18h e 23h", "use palavras em código para que se alguém ver as mensagens parecerão inocentes" etc. Tudo isso permite que ela saiba que você está falando sério sobre sua discrição.
  2. Elogie ela! As coroas estão em sites de infidelidade porque seus maridos não as tratam mais como mulheres atraentes e desejáveis. Se elas têm filhos, mesmo que sejam MILFs, é provável que seus maridos as vejam como mães mais do que amantes agora. Elas estão desesperadas por validação que ainda são sensuais e desejáveis e, vindo de um homem mais jovem, isso significa ainda mais!
  3. Acho que você é jovem demais para mim / não é jovem demais para mim? Espere que essa pergunta surja muito. Não se preocupe - este é um bom sinal! Se ela está dizendo / perguntando isso é porque ela está lhe dando a oportunidade de refutar. Se ela realmente se sentisse assim, não responderia a você. Mas agora você está em uma posição crítica; como você responde a isso determinará se você consegue um encontro / relacionamento. Lembre-se de que ela não está falando sério, está testando você. Prepare uma resposta bem pensada a isso com antecedência. Eu acho que este é um bom começo:
“Você realmente se sente assim ;)?” Esta é uma maneira divertida de ir direto ao ponto" "Eu realmente não vejo as coisas dessa maneira. Estou procurando por características como maturidade, confiança, discrição e abertura. Mulheres mais maduras têm mais desses traços e você é incrivelmente sexy." 7. Elas vão pensar que você é imaturo. Imediatamente elas assumirão que você é jovem, excitado e imaturo. Você precisa refutar isso imediatamente. Inicie suas mensagens o mais maduro e profissional possível. Releia suas mensagens e verifique se a ortografia e gramática são 100%. À medida que a conversa continua, você pode se tornar cada vez mais brincalhão, mas a primeira impressão dela precisa ser que você é maduro e inteligente, e não um garoto idiota.
Então aí está, minha opinião extensa e bem pesquisada sobre: Por que sites de coroa não funcionam Onde você pode encontrar coroas REAIS Como você pode maximizar suas chances de entrar em um relacionamento causal com uma coroa Se você leu este artigo e realmente implementar essas dicas, estará dez passos à frente da concorrência e estará no caminho de namorar coroas, MILFs e mulheres maduras.
Ah, e antes que eu esqueça, a pergunta "MILFs e coroas são a mesma coisa?"
A resposta é não. MILF: MILF significa ‘Mãe que eu gostaria de comer’ em inglês. São mulheres com filhos que você acha sexy, só isso.
Coroas (ou cougars em inglês): as coroas são mais velhas, atraentes, mulheres que estão "rondando" explicitamente por homens mais jovens!
O Brasil é um país de trair coroas casadas! Uma em cada dez mulheres casadas encontrou alguém mais de 10 anos mais novo! 8% das mulheres têm encontros casuais com homens muito mais jovens. A maior diferença de idade média entre coroas casadas e amantes é de cinco a dez anos 57% dos homens tiveram um caso com uma coroa casada O estudo constatou que oito por cento das mulheres casadas tiveram um caso com um homem mais jovem Mulheres maduras também são muito atraentes para homens casados. 61% dos homens casados ​​no Brasil têm um caso extraconjugal com uma mulher mais velha. 25% dos homens casados ​​namoraram uma mulher entre cinco e dez anos mais velha. O apetite sexual das mulheres aumenta com a idade, enquanto os homens tendem a atingir o pico em seus vinte e poucos anos. Isso poderia explicar a tendência crescente de coroas casadas em busca de homens. Casados ​​com homens podem ver um declínio escasso no desejo sexual e coroas casadas, eles estão ficando cada vez mais frustrados. Eles agora optam por conhecer um cara que é mais jovem, simplesmente porque sua libido é mais semelhante.
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2020.07.14 02:31 Lilicalica Obcecada por um homem

Fiquei com um homem em setembro de 2019, cheguei a ver ele umas duas vezes se não me engano e depois disso nunca mais o vi mas fiquei apaixonada em um nível alto até demais. Não quis mais sair com ele pq ele me tratou bem mal em um certo momento e decidi que não seria bom para mim, ele de fato é bem galinha e sexualiza bastante as mulheres. Acontece que desde esse dia eu stalkeio ele literalmente todos os dias, assim como stalkeio as meninas que ele pega, todas famosinhas do insta muito lindas e é sempre mais de uma e já mudaram bastante nesse tempo kkkk. Não consigo mais deixar de acompanhar as coisas dele e acho que já ocupou um lugar na minha vida maior do que uma paixão platônica, eu uso isso para me compara e me colocar para baixo. Ele é rico, muito bonito com corpão, confiante e popular, inteligente e tem tudo para ser bem sucedido, parece que não falta nada, e é essa a impressão que eu tenho das mulheres que ele sai (stalkear elas dói ainda mais). Acho que isso se intensificou com a quarentena, se eu pudesse sair talvez já teria conhecido outra pessoa ou estaria com a mente mais ocupada. É bem difícil ficar nesse ciclo, eu continuo achando que ele é superior e que eu nunca vou conseguir um homem assim ou pelo menos fazer parte de um círculo de amigos que sejam como eles. Não aguento mais isso.
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2020.07.11 07:06 altovaliriano [Spoilers de Ventos do Inverno] As tapeçarias de Lorde Baelish

Texto original: https://goodqueenaly.tumblr.com/post/169963524283/hi-nina-im-enjoying-your-aoiaf-writings-what
Autora: GoodQueenAly (Nina)
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Está bem claro em A Guerra dos Tronos que o rei Robert gostava de suas tapeçarias e queria lhes dar um lugar de destaque em sua nova residência real:
Quando chegara pela primeira vez a Porto Real para o casamento da irmã com Robert Baratheon, fizera questão de procurar os crânios de dragão que haviam decorado as paredes da sala do trono dos Targaryen. O Rei Robert os substituíra por estandartes e tapeçarias, mas Tyrion insistira, até que encontrou os crânios na úmida e fria câmara subterrânea onde tinham sido armazenados.
(AGOT, Tyrion II)
.
Entrando pelas altas e estreitas janelas da cavernosa sala do trono da Fortaleza Vermelha, a luz do pôr do sol derramava-se pelo chão, depositando listras vermelhas escuras nas paredes onde as cabeças dos dragões ficavam penduradas antes. Agora, a pedra encontrava-se coberta por tapeçarias que mostravam vívidas cenas de caça, cheias de azuis, verdes e marrons, mas, mesmo assim, parecia a Ned Stark que a única cor existente no salão era o vermelho do sangue.
(AGOT, Eddard XI)
.
Mas Mindinho cumprira a promessa; ao longo das paredes, à frente das tapeçarias de Robert com suas cenas de caça e batalha, as fileiras de mantos dourados da Patrulha da Cidade estavam rigidamente em sentido, cada homem com a mão agarrada à haste de uma lança de dois metros e meio de comprimento terminada em ferro negro.
(AGOT, Eddard XIV)
Observe que, em nenhum momento, os leitores ficam sabendo o que realmente está representado em qualquer uma dessas tapeçarias, além de “cenas de caça” em um sentido geral. É provável que essas tapeçarias fossem propriedade pessoal de Robert (ou seja, pertencendo a ele como Robert Baratheon e não como Senhor dos Sete Reinos), tanto porque são descritas como "de Robert" quanto porque faria sentido para Robert, um entusiasta da caça, ter uma coleção de tapeçarias de caça. (Essas também não são as únicas tapeçarias na Fortaleza Vermelha: quando Ned se reúne com o pequeno conselho, ele observa que “as As paredes estavam cobertas por tapeçarias de Norvos, Qohor e Lys”). No entanto, nunca é especificado se essas tapeçarias de caça eram ou não especificamente tapeçarias de caça Baratheon ou pertenciam aos Durrandon antes deles, ou eram de algum lugar ou de outra pessoa.
Qualquer que seja a sua origem, quando Robert morre e os Lannisters assumem o poder total na capital essas tapeçarias não demoram a sofrer:
As paredes da sala do trono tinham sido desnudadas, removeram-se as tapeçarias com cenas de caça que o Rei Robert adorava, amontoadas a um canto, numa pilha desordenada.
(AGOT, Sansa V)
A partir daí as tapeçarias desaparecem da história por um tempo. Eles só reaparecem em O Festim dos Corvos:
– Lorde Baelish procura nossa ajuda? – Harys Swyft quis saber.
Por enquanto não. Na verdade, parece bastante despreocupado. Sua última carta menciona os rebeldes apenas de passagem antes de me implorar que lhe envie umas velhas tapeçarias de Robert.
(AFFC, Cersei IV)
Mindinho mais tarde confirma que ele fez tal pedido:
Petyr riu.
Talvez o faça. Ou, melhor ainda, à nossa querida Cersei. Embora não devesse falar mal dela, visto que vai me enviar algumas magníficas tapeçarias. Não é bondade da parte dela?
(AFFC, Alayne I)
Supondo que essas tapeçarias sejam as mesmas que antes estavam penduradas na sala do trono – e essa é a explicação mais provável, uma vez que a descrição delas como “velhas tapeçarias de Robert” se encaixa em sua última menção como sendo removidas “amontoadas a um canto”, presumivelmente daí em diante esquecida em um depósito –, podemos nos perguntar por que Mindinho fez tal pedido.
Mindinho não é um homem que normalmente faz algo sem motivo ou sem expectativa de ganho posterior. Não é irracional que ele tenha alguma coisa outra motivação, pois obviamente ele não precisaria delas para decoração pessoal – não apenas porque Mindinho quase certamente não ligaria, mas porque, no mesmo capítulo, Sansa passou com os Senhores Declarantes por “uma dúzia de magníficas tapeçarias” no Ninho da Águia.
O que seria essa motivação é onde a teorização realmente entra – embora seja melhor dar algumas explicações mais simples primeiro.
Ao mencionar "apenas brevemente" os Senhores Declarantes antes de fazer o que parece ser um pedido tão inócuo, Mindinho pode estar tentando desviar a atenção de Cersei da situação política do Vale.
Se ele está tão confiante a ponto de se concentrar mais em tapeçarias do que em rebeldes, o governo de Cersei não teria motivos para interferir em seu manejo do Vale (ou, consequentemente, o destituir ou descobrir sobre "Alayne Stone"). De fato, o movimento pode ser comparado a Mindinho testando Sansa ao recitar a linha de sucessão Arryn e adicionar o comentário “irônico” sobre Elys e Alys.
O pedido também poderia servir para dar um sutil aviso a qualquer inimigo político de Mindinho no Vale no futuro. Vendo tapeçarias esplêndidas que uma vez decoraram a sala do trono no reinado do rei Robert, qualquer espectador saberia que Mindinho tem o apoio do regime de Baratheon-Lannister em Porto Real – um aviso sutil sobre a origem de seu poder.
O capítulo "Alayne I", de Os Ventos do Inverno, no entanto, nos fornece mais uma explicação:
Alayne desceu correndo a escadaria da torre, entrando na galeria com colunas nos fundos do Alto Salão. Abaixo dela, criados montavam mesas de armar para o banquete da noite, enquanto suas esposas e filhas varriam os velhos juncos e espalhavam novos. Lorde Nestor mostrava a Lady Waxley suas tapeçarias premiadas, com cenas de caça e perseguição. Os mesmos painéis haviam outrora haviam estado pendurados na Fortaleza Vermelha de Porto Real, quando Robert sentava no Trono de Ferro. Joffrey mandara retirá-los, e eles haviam definhado em algum porão até que Petyr Baelish providenciou para que fossem trazidos ao Vale como um presente para Nestor Royce. As tapeçarias não apenas eram lindas, como o Alto Intendente se deleitava ao dizer para quem quisesse ouvir que haviam pertencido a um rei.
(Tradução: Gelo & Fogo)
Esta é uma explicação perfeitamente razoável sobre o que Mindinho pretendia que acontecesse com as tapeçarias. Afinal, ele deixou bem claro para Sansa (ou melhor, Sansa deduziu e Mindinho confirmou) como ele havia conquistado Nestor Royce ao lhe conceder os Portões da Lua (AFFC, Sansa I).
Mindinho percebeu com facilidade que Nestor Royce era ao mesmo tempo: 1) um homem melindroso com sua ancestral e aristocrática honra do Vale; 2) alguém que ambicionava ser tão importante e bem quisto quanto seu primo Bronze Yohn.
Ciente das tapeçarias e de seu estado lamentável após a morte de Robert, Mindinho teria sido inteligente o suficiente para ver que Cersei não daria à mínima para o que aconteceria com elas e pediu as tapeçarias a fim de subornar, ainda mais, um potencial inimigo no Vale (Nestor Royce) com algo que lhe agradaria.
O pedido não custaria nada a Petyr, mas conquistaria um lugar no coração de Nestor que nenhuma soma de dinheiro poderia comprar. Nestor Royce sempre se lembraria de que Petyr Baelish lhe deu tapeçarias adequadas para um rei, o que é muito mais do que o primo Yohn ou o outro Senhor Declarante já fizera. Este é um movimento inteiramente adequado à estratégia de Mindinho no Vale, explorando fraquezas inerentes para desfazer inimigos e conquistar aliados (seja através de seu hábil manuseio dos Senhores Declarantes no Ninho da Águia – via @poorquentyn –, comprando a dívida da muito orgulhosa e muito pobre Lady Waynwood ou arranjando o casamento de Lyonel Corbray).
Mindinho tira essas tapeçarias de suas mãos, reafirma a boa relação entre ele e Nestor Royce (o que não é uma má ideia, já que Mindinho estará pondo em ação a fase principal de sua trama com Sansa na recém-outorgada sede dos Royce e que a duvidosa legalidade da assinatura de Mindinho na concessão dos Portões “não [...] passou despercebida” a Lord Nestor), e Cersei não percebe seus planos.
Porém... seria possível que as tapeçarias tenham um significado maior do que este? Ahm, talvez.
Se elas acabarem tendo mais significado do que este, acho que será porque as tapeçarias poderiam (ênfase no "poderiam") retratar Baratheons caçando. Ou seja, senhores e filhos Baratheon, de olhos azuis e cabelos pretos.
Quando Mindinho romper definitivamente com o Trono de Ferro, declarando que tem Sansa Stark e chamando os cavaleiros do Vale para reconquistar o que é dela por nascimento, ela pode (novamente, ênfase no “pode”) apontar para os Baratheons nas tapeçarias e mostrar que o rei no Trono de Ferro não é um verdadeiro Baratheon, mas uma abominação nascida do incesto, indigna da lealdade dos senhores da Vale.
Repito, eu não diria que isso necessariamente acontecerá. O fato de nunca termos sido informados sobre quem está nas tapeçarias, fora caçadores genéricos, dificilmente cria a expectativa de que algum enorme mistério genético será (literalmente) desfraldado por eles. Mas existe um chance, ainda que remota.
Eu não apostaria meu dinheiro nisso (nem mesmo dinheiro falso de especulação), mas se acontecer, bem, não pensarei que veio totalmente do nada.
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2020.07.08 19:31 YatoToshiro ​Fate/Gensokyo #14.5 Heracles (Hercules) {Berserker}


Fate/Strange Fake
Em Strange Fake o Berserk Heracles (Hercules) tem duas versões de Archer. ______________________________________ Heracles (Archer Verdadeiro)
Nome Verdadeiro de Archer é Heracles (Hércules), o grande e nobre herói da Grécia Antiga.
Archer é convocado por Bazdilot Cordelion, um membro cruel da família criminosa de Scladio. Bazdilot questiona Archer se ele pode matar uma criança, com o nobre herói se recusando a cometer tais atos frios. Desagradado, Bazdilot prepara seus selos de comando. Archer está confiante de que qualquer comando dado por Bazdilot será obediência momentânea e, mesmo que ele tenha sido ordenado a cometer suicídio três vezes, ele ficaria bem, em vez disso, decidindo usar a experiência para ensinar ao Mestre uma lição sobre como tentar controlá-lo. Ele pensa que, se fosse convocado como Rider ou Assassin, provavelmente teria matado Bazdilot por tentar controlá-lo. Em vez disso, Bazdilot usa todos os seus Selos de Comando (dizendo-lhe para não dar desculpas, lembrar-se de todos os humanos que ele tinha visto e aceitar a natureza humana) e o cobre com a lama do Graal. Enquanto Archer se contorce em agonia e percebe que os comandos e a lama estão distorcendo sua personalidade, ele tenta matar Bazdilot, mas é tarde demais e é convertido em sua forma mortal de Vingador, onde detém incrível desprezo contra os deuses.
Alcides (ArcheAvenger) O verdadeiro nome do Archer é Alcides, O lado humano de Heracles cuja divindade e imortalidade foram perdidas por interferência dos feitiços de comando de seu mestre, despertando memórias do passado de sua vida e lama do Fuyuki Graal. De certa forma, ele poderia ser chamado de Heracles Alter, embora ele se recuse a ser chamado como tal.
Archer, Alcides, é uma forma distorcida do True Archer original, Heracles, trazido por seu Mestre Bazdilot Cordelion depois de usar todos os três de seus Selos de Comando e a lama do Graal de Fuyuki. Antes de Heracles ser exposto à lama, Bazildot ordenou que ele não desse desculpas, seguido por um comando para lembrar os humanos que ele viu e um comando para aceitar a natureza humana. Alcides é muito mais imoral e indiferente, até pronto para matar crianças para promover sua conquista contra os deuses, tornando-o um Servo ideal para o frio Bazdilot.
True Archer é enviado para atacar o False Archer e seu Mestre, Tine Chelc, que estão hospedados em um hotel. Ele atira neles com seu arco, mirando especificamente em Tine e ignorando completamente o False Archer, mesmo quando ele o confronta. Isso irrita o Falso Arqueiro, que usa seu Portal da Babilônia para atacar o Verdadeiro Arqueiro com várias armas. True Archer, no entanto, não é abalado pelo ataque, chegando a chamar de Falso Archer fraco. O True Archer é capaz de resistir a um ataque completo de centenas de armas de todas as direções do False Archer, devido ao Pelt da Besta Divina convocado pela Ordem do Rei, que o protege de qualquer arma criada por humanos. Intrigado com seu poder, False Archer sacou a espada Merodach de seu tesouro, para testar verdadeiramente o poder de seu oponente. True Archer comenta que apenas a arma mais forte em seu tesouro pode lhe dar uma chance, pois ele morrerá sem ela. True Archer então convoca outro Noble Phantasm, Deusa da Guerra, com sua Ordem do Rei, mas antes que ele possa atacar, ele é repelido por True Rider, que aparece no campo de batalha, usando o mesmo Noble Phantasm. True Archer e True Rider então prosseguem para a luta, enquanto o False Archer simplesmente os observa por um tempo. Ele logo intervém, informando True Rider que ela é muito mais fraca que qualquer um deles. No entanto, True Rider diz que ela está ciente da diferença de poder entre ela e True Archer, pois ele foi quem a matou na vida. True Rider então se volta para True Archer, questionando por que um herói nobre como ele atacaria tão impiedosamente uma criança, como o Mestre do Falso Arqueiro. True Archer, no entanto, responde friamente que o herói que ela conheceu está morto. Eles estão prestes a continuar sua batalha, mas estão presos em uma ilusão de True Caster, que veio para parar sua batalha. Todos concordam em parar sua luta, mas antes de partir, True Archer diz a False Archer que eles se encontrarão novamente, dizendo a ele seu nome.
True Archer retorna a Bazdilot e expressa curiosidade sobre como o homem é capaz de alimentar seus extensos requisitos de mana sem ser drenado. Bazdilot mostra seu sistema onde ele sacrifica muitas vidas humanas para produzir cristais de mana e usa esses cristais para alimentar True Archer em vez de suas próprias reservas. True Archer não se incomoda com o fato de muitas vidas terem sido sacrificadas pelos cristais.
Dia 2 Enquanto Bazdilot e True Archer estão hospedados na oficina de Bazdilot, Bazdilot recebe um sonho compartilhado do passado de Archer, quando viajou com Jason e os Argonautas. Jason reconheceu True Archer como um camarada, falando sobre seu futuro reino, onde todos serão tratados igualmente e tudo será incrível. Quando ele acorda, Bazdilot conversa com True Archer sobre Jason, com Bazdilot o chamando de homem sem valor, que seria usado por pessoas mais poderosas como ele. Embora True Archer concorde com Bazdilot, ele o adverte para não zombar do homem, pois ele era seu amigo e o homem mais humano que ele conhecia.
No entanto, quando terminam a conversa, são atacados pelo Mestre do Verdadeiro Berserker, Haruri Borzak, e Fillia, um homúnculo Eizenbern que apóia Haruri. Como True Archer confronta Fillia, ela declara que "ela" é uma deusa que possuiu o homúnculo. Isso irrita Archer, que ataca Fillia imediatamente, enquanto Bazdilot ataca Haruri. Archer então usa a Ordem do Rei para mudar suas flechas para os Pássaros da Estimônia, que atacam Fillia. Antes que os pássaros possam alcançá-la, eles são destruídos pelo enorme True Berserker, que é um monstro-aranha mecânico que está no topo da oficina. O True Berserker começa a destruir a oficina e a fábrica de processamento de carne ao seu redor. True Archer o envolve, sendo permitido por Bazdilot usar energia suficiente para destruir a oficina. Antes que a batalha possa continuar, no entanto, o chão desaparece devido ao Noble Phantasm de True Caster, Grand Illusion, que engana o próprio mundo. Como todos estão caindo, True Caster consegue fazer uma trégua temporária entre eles, restaurando o terreno depois que eles chegaram a um acordo. Fillia, Haruri e Berserker então partem.
Bazdilot e True Archer então se mudam para um local diferente, onde Bazdilot conversa com Archer sobre seu encontro anterior, surpreendendo-se que Archer deixaria Fillia ir, pois ela alegava ser uma deusa. Archer explica que Fillia não era uma deusa real, mas simplesmente uma maldição deles, que é secundária a Archer. Archer é então enviado para o hospital da cidade, onde reside o Mestre do Falso Cavaleiro, Tsubaki Kuruoka, que é uma jovem garota em coma. Bazdilot obteve essas informações de seus espiões entre os policiais, que também foram informados do jovem mestre por Flat Escardos, outro mestre, e pretendem levá-la em segurança. Bazdilot ordena que True Archer mate Tsubaki para se livrar de False Rider.
Quando True Archer chega ao hospital, ele convoca Cerberus, o cão de três cabeças do Submundo, que então confronta o Clã Calatin, levando-os de volta. No entanto, Cerberus é parado por False Berserker, que é capaz de se multiplicar com seu Noble Phantasm, Natural Born Killers. Berserker então confronta Archer, reconhecendo-o como um herói que abandonou sua divindade e se reduziu ao nível de homens normais. No entanto, isso o torna capaz de ser caçado e morto por um assassino como Berserker, cuja identidade é Jack, o Estripador. Berserker então se transforma e todos os seus duplicados em seres demoníacos com outro Noble Phantasm, From Hell, que então domina Archer. No entanto, Archer é capaz de se recuperar e usa seu próprio Noble Phantasm, Reincarnation Pandora, que lhe permite roubar Berserker's From Hell e se transformar em um ser demoníaco. Depois de reconhecer Berserker como um oponente digno e prometer se lembrar de sua batalha, ele se prepara para matar Berserker, embora Berserker seja teleportado por seu mestre, Flat, com um selo de comando. Terminada a batalha, o False Archer torna sua presença conhecida, zombando da nova aparência de True Archer. Além disso, Saber, False Assassin e Sigma, outro Mestre, chegam ao campo de batalha, prontos para participar da batalha.
Antes que True Archer possa enfrentá-los, False Archer fica ofendido por Saber e o ataca. True Archer observa a batalha deles, impressionado com a coragem de Saber e o fato de que seu poder é natural e não é concedido pelos deuses. Ele então se volta para os oficiais do Clã Calatin e diz que não tem brigas com eles, então se eles ficarem de lado e o deixarem matar Tsubaki, ele poupará a vida deles. John Wingard declara que lutará até o fim para defender a criança. True Archer diz que John é corajoso e, por isso, ele tem pena dele. Ele golpeia John com seu arco, lançando-o em um prédio e quebrando seu pescoço.
Enfurecido pela aparente morte de John, o clã Calatin ataca True Archer com seus Noble Phantasms, mas seus ataques ricocheteiam na Pelt da Divina Besta ou são fracos demais para danificá-lo quando atingem suas áreas desprotegidas. Vendo-os como nenhuma ameaça, ele avança lentamente, desconfiado de Falso Arqueiro ou Saber voltar. Vera Levitt tenta ganhar tempo com uma cortina de fumaça, mas ele simplesmente voa no ar com suas novas asas demoníacas. De repente, uma figura solitária investe contra ele. Seus instintos de batalha dizem para ele não desviar o olhar da ameaça, mesmo quando ele sente as fortes explosões de Excalibur de Saber à distância. Ele fica chocado quando reconhece a figura como John Wingard. John bate nele com um joelho voador no rosto e o repele. Ele então aprende o nome de John quando os outros oficiais gritam de surpresa. John então o ataca com socos e chutes. Ele os bloqueia e observa que a força de João agora rivaliza com alguns de seus oponentes da Grécia Antiga. Embora os golpes de João não sejam fortes o suficiente para causar danos sérios, eles causam danos da mesma forma. Ele deduz que o False Caster encantou seu corpo. John então tira uma adaga com o veneno Hydra da mão protética. Reconhecendo o veneno e completamente horrorizado, já que o veneno da Hydra contribuiu para sua morte original, True Archer dá um pulo para trás e puxa o arco, depois declara John um oponente digno.
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2020.07.06 22:44 hansomsanon Espere tolamente que o Senhor Jesus virá numa nuvem sem aceitar a verdade e você cairá no grande desastre rangendo seus dentes

Deus Todo-Poderoso diz: “Eu lhes digo: aqueles que creem em Deus por causa dos sinais são certamente a categoria que sofrerá a destruição. Aqueles que são incapazes de aceitar as palavras de Jesus que voltou à carne são certamente a progênie do inferno, os descendentes do arcanjo, a categoria que será sujeita à destruição eterna. Muitas pessoas podem não se importar com o que digo, mas ainda quero contar a todo assim chamado santo que segue a Jesus que, quando virem Jesus descer dos céus sobre uma nuvem branca com seus próprios olhos, isso será a aparição pública do Sol da justiça. Talvez esses sejam tempos de grande empolgação para você, mas você deve saber que o tempo em que você testemunhar Jesus descendo dos céus é também o tempo em que você descerá ao inferno para ser punido. Esse será o tempo do fim do plano de gestão de Deus e será quando Deus recompensará os bons e punirá os perversos. Pois o juízo de Deus terá terminado antes que o homem veja sinais, quando houver apenas a expressão da verdade. Aqueles que aceitarem a verdade e não buscarem sinais, e assim foram purificados, terão regressado diante do trono de Deus e entrado no abraço do Criador. Somente aqueles que persistirem crendo que ‘o Jesus que não vem sobre uma nuvem branca é um falso cristo’ estarão sujeitos à punição eterna, pois eles somente creem no Jesus que mostra sinais, mas não reconhecem o Jesus que proclama o rigoroso juízo e libera o verdadeiro caminho da vida. E assim, só pode ser que Jesus lide com eles quando Ele voltar abertamente sobre uma nuvem branca. Eles são obstinados demais, confiantes demais em si mesmos, arrogantes demais. Como tais degenerados poderiam ser recompensados por Jesus?” (“Quando você contemplar o corpo espiritual de Jesus, Deus terá feito novo céu e nova terra”).
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